mar 31 2008

CONGADAS

Categoria: CulturaSenhor_do_Servo @ 23:13

Sobre a minha cidade natal, Catalão, em Goiás.

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mar 31 2008

VEJA BAIXARIAS

Categoria: Mídia,PolíticaSenhor_do_Servo @ 12:31

Image Hosted by ImageShack.usPor Luís Nassif:

Pela primeira vez, admito: esse pessoal da Veja conseguiu, finalmente, me atingir com suas baixarias.

Hoje de manhã minha mulher desabou, com labirintite e fortes crises de choro. À noite ela tinha ido conferir o Blog de Veja. Lá, ataques de toda espécie, agora enveredando pelo lado familiar, com posts e comentários com insinuações de “corno”. A malta desvairada de comentaristas anônimos espalhando esgoto por todos os poros.

Ela me pergunta, chorando: como é possível alguém poder fazer tal coisa, por tanto tempo, envolvendo até a nossa família?

Não sei.

O que podemos fazer.

Não sei. Sei o que não irei fazer.

Quando comecei a escrever esta série, antes disso, quando comecei a ser alvo das baixarias da Veja, recebi inúmeras informações sobre atividades profissionais da esposa de um diretor da revista, inúmeros episódios catárticos envolvendo o blogueiro da revista, tanto no seu tempo de Diário do Grande ABC quanto na revista República. Recebi e-mails de parentes próximos dos agressores. Circulo em um meio em que é fácil obter informações. Algumas delas são sobre amantes, preferências sexuais, ataques de histeria.

Dispondo de tais informações, mais as demonstrações explícitas de desequilíbrio no Blog, seria facílimo traçar um perfil psicológico do personagem.

Teria o direito de fazer isso, agora que estou sendo alvo de tamanha baixaria? É evidente que não. Por que os atingidos seriam esposas e filhos que nada têm a ver com o desequilíbrio e a falta de escrúpulos dos pais.

Aliás, quando vejo minhas filhas perguntando porque a mãe chora, penso nas filhas desses agressores. E me dá uma profunda pena. O grande teste, a ser superado, é não ceder à tentação de enveredar pela trilha da crueldade

Tive uma curta conversa com minha mulher, porque precisei sair correndo de casa para o trabalho. Tentei transmitir-lhe confiança. Vamos montar uma blindagem para que essas baixarias não cheguem às nossas crianças.

A luta continua. E sem sair da linha.

Meu comentário: desta vez, a Veja se superou em suas mentiras, manipulações e baixarias. O que podemos fazer, enquanto simples mortais? Pelo menos, ajudar o Nassif a desmascarar, definitivamente, esta revista mentirosa e inescrupulosa. Para tal, clique aqui.


mar 31 2008

A HERANÇA DE CÉSAR

Categoria: Cultura,Internacional,MídiaSenhor_do_Servo @ 05:57

Image Hosted by ImageShack.usQuais as línguas latinas? Espanhol, português, italiano, francês e romeno… Para você acha essa porcaria de resposta uma porcaria de resposta, eu procurei reunir delas o maior número possível, logo abaixo.

Na medida do que me foi possível eu procurei “desenhar” a árvore da latinidade, com as línguas latinas faladas atualmente, buscando respeitar a posição delas no nosso tronco lingüístico e sempre colocando um link, o que torna a leitura meio superficial, mas é potencialmente muito frutífero, como por exemplo na Enciclopédia das Línguas Latinas, a qual, junto com um sítio dedicado às Línguas Românicas são dois bons exemplos de locais ricos em informações.

O Portal da Língua, é também um lugar muito interessante e um outro, que achei ser o melhor site sobre línguas no mundo , de tom mais técnico e científico. Um último digno de destaque é um muito bom, com possibilidade de se ver todos os alfabetos em uso ou já usados e conhecidos.

Eu também coloquei logo abaixo, importantes links para pesquisa em idiomas, com os neolatinos em evidência. Cumpre ressaltar que embora minha preferência sempre tivesse sido pelo português, houve ocasiões várias em que isso não foi possível, de modo que fiz o que pude. Espero que gostem!

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mar 30 2008

SOBRE MINHA TERRA

Categoria: CaipiraSenhor_do_Servo @ 19:55

Image Hosted by ImageShack.usEste texto eu escrevi em Abril de 2007 e esta foto é antiga. Eu sou o que está com a peteca de rabo de galo e palha de milho na mão. O do meio, ao meu lado, é o dvolk.

“Essa é minha primera tentativa di si iscrevê nu dialêto qui era u comum na minha região, uma varianti triangulina du caipira. Mais iscrevê u quê? Mainano béim, tarveiz umas história regionar ô umas riminiscênça. Seja assim.

Ainda mininu, fui morá na Cachuêra i Láji. Uma roça pras banda da Sismaria, qui pur sua vêiz, é um povoádu dum municípu. Nu municípu de Ipameri, mais béim na divisa cum us municípiu di Catalão i Campu Alégri.

Pois béim: lá tinha um cimitéru béim ántigu, maiz ántigu mêzmu, pra módi di qui meu pai num si lembrava di quándu u úrtimu coitádu tinha sido interrádu lá, néim tinha nutíça. Divia de sê du séclu XIX, purtántu. Maiz a questão num é éssa. A questá é qui inté hôji eu mi pergúntu quéim seria us coitádu qui lá foram interrádu (divia di tê umas déiz o dôzi cova). Tarvêiz garimpêru (pur que praqueas banda dava uns xibiu) maiz na minha isperança mais remota eu pénsu, i até desêju, que fôssi índiu, us úrtimu daqueas banda.

Si pensá béim, fáiz sintídu, pruqê us úrtimo caiapó du sur, du sudésti di Goiáis, morrêru há béim pôco témpu, na década di setenta in Goiandira (a famosa famía dus búgri). Seja u qui fô, aquêli cimitériu mi assombrava. Nâo pur causa dus môrtu, qui nunca fui di tê mêdu di assombração (imbora inté hôji tênhu reispêitu) maiz pur causa di qui ali, naquêli cerrádu, naquela lonjura, dêntru daquêli cercadim, êz tava tudu isquicídu.

Êz tava cómu si num ixistissi mais ninguéim nu múndu qui si lembrássi dêz. Divia di sê mêsmu tudo índiu o garimpêru, mais tamém êz era tudo gênti, i divia di tudo tê tido seus sónhu i cada quar, suas história. A cêrca tava cáinu, as cova mar si via. Nòmi num tinha ninhum o tava apagádu. Néim sei si ôssu inda ixistia. A lembrança, única coisa qui nóis dêxa, tava inté ela, si ino imbora. Era isso qui mi assustava: oiânu aquilo, aquêli cimitéru abandonádu, eu pensava na minha própria mórti, qui um dia taméim haviria di sê isquicida i nu quántu túdu passa, si nóis num tém ninguéim qui pêlu menus si lêmbri da gênti, o a gênti faça argo qui póssa sê lembrádu.

U cimitériu, nu fúndu, era a única coisa maió quí minha própia solidão i simbolizáva tôdu us meu mêdu. A lembrança inda hôji mi assombra: ténhu 30 ánu i num ténhu ninguéim, ném mutivo pra sê lembrádu…”


mar 30 2008

O ERRO SOCRÁTICO

Categoria: FilosofiaSenhor_do_Servo @ 18:44

Image Hosted by ImageShack.us Nas civilizações fortes, quaisquer que fossem elas, não se fazia bom. Nascia-se bom.  Desta forma, esta virtude específica não era um objetivo, mas uma prerrogativa dos bem nascidos, dos nobres. Sócrates não nasceu bom; ao contrário, diz-se que era um poço de maus instintos.

Todavia, certo dia um amigo lhe disse que fora informado por um deus ser o mais sábio dos homens e pôs-se a inquirir os outros e a mostrar como eram tolos e como pouco sabiam. Fez Sócrates uma grande descoberta: a do último dos males que escaparam da caixa de Pandora, a da relativização dos valores.

Na verdade, o que indiretamente lhe disse o Deus era que este era o mais sábio dos homens. Mas qual seria o valor disso? Qual o valor de ser o mais trinitino dos homens? Ou dos homens, o que mais gosta de liquor de jenipapo? Pouco, mas o infame Sócrates pensou que em ser sábio residia um mérito. De fato, a valorização de uma sabedoria alicerçada do conhecimento e não na experiência, e que entre nós ocorre apenas de forma imaginária, começou com o infeliz Sócrates de Atenas.

Sócrates, a quem a fortuna não dera berço creu que poderia se tornar bom; mas para se tornar bom era necessário ressemantizar o conceito, o que antes de tudo implicava em desconstruir o que até ali houvera. Sócrates entendeu que as bases de tudo estavam alicerçadas na tradição e que esta podia ser reduzida a areia por um novo veneno: a sua análise racional. A serpente que os helênicos criaram, finalmente lhes mordera os pés.

Sócrates é categórico: nada se sabe. Mas mais que isso: nada se pode saber. Se a primeira frase era apenas um grito de rancor de um espírito mesquinho, que de fato apenas serviria para demonstrar que o conhecimento e logo, a verdade, não podiam alicerçar nada de sólido, a segunda implicação era o próprio reconhecimento da derrota humana.

Ora o conhecimento não tem apenas uma forma racional. Mas à sua forma racional tentou reduzi-lo Sócrates, negando a intuição, o mito e a maneira como as coisas se nos apresentam. Viu que na realidade saber era algo difícil e que ele, dentre todos os homens parecia saber o que de mais sólido houvera até então: que nada sabia. Todos os demais eram tolos. Para elevar-se ele rebaixara a humanidade inteira e destruíra o que de mais caro os seus ancestrais construíram nos mil anos que o antecederam: uma confiança inabalável na força de seus valores.

Sócrates primeiro relativizara estes valores e não contente criara para eles, falácias. A Grécia fora golpeada de morte. E com ela, o ocidente, nos séculos todos que viriam. A verdade é digna por si mesma: um erro e um golpe nas gostas. Só a verdade ilumina: a espada que se crava no peito.

Para se ter uma idéia da importância disso, basta dizer que os erros seguintes, a saber o de Platão e o do Inimigo da humanidade se alicerçaram neste fato. Num mundo como o nosso em que a verdade é uma coisa muito frágil (e neste sentido Sócrates o percebera bem) exige-se uma coisa mais forte para escorar os espíritos mais fracos: a religião, cuja “verdade” é extemporânea, universal e inabalável.

Aliás, não são poucos os religiosos que com veemência e grasnar de patos doentes criticam a debilidade e mutabilidade das verdades científicas, como se isso mesmo não fosse o seu maior triunfo, como se realmente ela fosse assim tão importante. Mas qual! Ela é, pois Sócrates afinal, a tornara suprema. E em sendo ela tão frágil não demoraram os corvos a perceber isso e lha violentarem e tomarem-na para si e a latir:
_Tenho uma verdade e ela é a força das idéias! (Platão)
_Minha verdade é ainda maior: neguem a vida e tudo o que a transborda, por que há o Redentor e a além-vida, onde nós, os fracos, os débeis, os escravos, seremos justificados! (Paulo de Tarso).

Sócrates mereceu morrer e o único, na verdade o injustificável erro que cometeram os atenienses foi terem demorado tanto para perceber que o mal se alastrava entre eles e que era Sócrates o semeador do veneno que tomaria conta de uma serpente até então tão boa: a racionalidade.

Publicado originalmente em  7.3.06


mar 29 2008

EMULE

Categoria: Internet,ZeAttuxZeAttux @ 21:18

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Tutorial do melhor programa de compartilhamento de arquivos da rede, o Emule. Só lembrando: tutoriais são artigos para usuários inexpirientes e curiosos que explicam como funciona um determinado produto. Semana que vem tem mais!

Basta Clicar Aqui

Por Zé Attux


mar 29 2008

A DIREITA PENSA

Categoria: Mídia,PolíticaSenhor_do_Servo @ 18:56

Image Hosted by ImageShack.usEm 2005 Cláudio Lembo (DEM-SP) era governador interino de São Paulo, já que o titular Alckmin havia saído para concorrer a Presidência. Bandidos reunidos em uma falange criminosa/terrorista, chamada PCC, implantam o caos em São Paulo, com ataques coordenados. O país está estupefacto. A Falha de são Paulo o entrevista. O trecho abaixo é de uma lucidez impressionante e vale a leitura.

 

DO SITE DO AZENHA

Folha – O que o senhor pode dizer para um jovem de 15 a 24 anos, que vive em ambientes violentos da periferia? Que ele vai ter escola? Saúde? Perspectivas de emprego? Como afastá-lo de organizações criminosas como o PCC?

Lembo – Acho que você tem duas situações muito graves: a desintegração familiar que existe no Brasil, e a perda… Eu sou laico, é bom que fique claro para não dizerem que sou da Opus Dei. Mas falta qualquer regramento religioso. O Brasil está desintegrado e perdeu seus valores cívicos. É ridículo falar isso mas o Brasil só acredita na camisa da seleção, que é símbolo de vitória. É um país que só conheceu derrotas. Derrotas sociais…Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa.

Folha – Que ficou assustada nos últimos dias.

Lembo – E que deu entrevistas geniais para o seu jornal. Não há nada mais dramático do que as entrevistas da Folha [com socialites, artistas, empresários e celebridades] desta quarta-feira. Na sua linda casa, dizem que vão sair às ruas fazendo protesto. Vai fazer protesto nada! Vai é para o melhor restaurante cinco estrelas junto com outras figuras da política brasileira fazer o bom jantar.

Folha – Tomar conhaque de R$ 900 [preço de uma única dose do conhaque Henessy no restaurante Fasano].

Lembo – Nossa burguesia devia é ficar quietinha e pensar muito no que ela fez para este país.

Folha – O senhor acha que essas pessoas são responsáveis e não percebem?

Lembo – O Brasil é o país do duplo pensar. Conhecemos a inquisição de 1500 até 1821. Então você tinha um comportamento na rua e um comportamento interior, na sua casa. Isso é o que está na sociedade hoje. Essas pessoas estão falando apenas para o público externo. É um país que é dúbio.

Folha – Onde o senhor responsabiliza essas pessoas?

Lembo – Onde? Na formação histórica do Brasil. A casa grande e a senzala. A casa grande tinha tudo e a senzala não tinha nada. Então é um drama. É um país que quando os escravos foram libertados, quem recebeu indenização foi o senhor, e não os libertos, como aconteceu nos EUA. Então é um país cínico. É disso que nós temos que ter consciência. O cinismo nacional mata o Brasil. Este país tem que deixar de ser cínico. Vou falar a verdade, doa a quem doer, destrua a quem destruir, porque eu acho que só a verdade vai construir este país.

Folha – Mas qual é, objetivamente, a responsabilidade delas nos fatos que ocorreram na cidade?

Lembo – O que eu vi [nas entrevistas para a Folha] foram dondocas de São Paulo dizendo coisinhas lindas. Não podiam dizer tanta tolice. Todos são bonzinhos publicamente. E depois exploram a sociedade, seus serviçais, exploram todos os serviços públicos. Querem estar sempre nos palácios dos governos porque querem ter benesses do governo. Isso não vai ter aqui nesses oito meses [prazo que resta para Lembo deixar o governo]. A bolsa da burguesia vai ter que ser aberta para poder sustentar a miséria social brasileira no sentido de haver mais empregos, mais educação, mais solidariedade, mais diálogo e reciprocidade de situações.

Folha – O senhor diria que elas pensam que aquele rapaz de 15 a 24 anos, que vive perto da selvageria…

Lembo – …pode ser o Bom Selvagem do Rosseau? Não pode.

Folha – O endurecimento na legislação pode resolver o problema?

Lembo – Transitoriamente pode resolver. Mas se nós não mudarmos a mentalidade brasileira, o cerne da minoria branca brasileira, não vamos a lugar algum.

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mar 27 2008

Domínio funcionando

Categoria: Amenidades,Senhor do Servo,dvolkdvolk @ 14:06

Finalmente o domínio do blog está funcionado.

www.estadoanarquista.org

Aproveitem! Ah, e nós somos CC! Então, pode copiar o que quiser, basta citar a fonte!


mar 26 2008

O PREÇO DE ALGUNS HOMENS

Categoria: Senhor do ServoSenhor_do_Servo @ 19:17

Free Image Hosting at www.ImageShack.usAo contrário do Reinaldo Azevedo, que sempre viveu bem, trabalhou bem e ganhou bem, eu tenho de lutar bastante para sobreviver. Na verdade, daqui há pouco vou para meu terceiro turnod e trabalho honesto. Meu pai está doente, de algo incurável, mas tratável; isto tem me preocupado muito e me forçado a trabalhar mais ainda; sustento, coma ajuda imprescindível de meus patrões, meus irmãos na mesma escola em que trabalho.Não sou rico, nunca bebi wisky 60 anos… Mas eu não tenho preço. E está aí uma diferença importante.
De toda forma, mesmo cansado, mesmo sabendo que daqui há pouco terei de ir trabalhar, obviamente sem janta, eu gostaria de falar sobre outro homem que também não tem: o jornalista Luís Nassif. Que um homem, virtualmente sozinho, armado apenas o próprio senso de decência e dignidade, ouse enfrentar a quinta maior revista o mundo em circulação, imbuído do mais sério e puro espírito jornalístico e do apreço a verdade, é coisa que se o assemelha a titãs. Eu não digo do senso de auto-preservação, mas da cidadania, da decência e da dignidade.
Sobre o embate entre o jornalista e a grande empresa midiática sul-africana/brasileira, a mídia gorda não fala nada. Será por que ela teme ou por que é cúmplice? Se teme, maior ainda é a coragem do Nassif, e mais grandiosos os seus feitos. Se é cúmplice, o que nos protegerá? Apenas nosso próprio discernimento. E uma convicção quase sagrada de que o mínimo que um homem que enfrenta um monstro deve merecer, é que não tornemos vã a sua luta, sendo conveniente com a mentira e a manipulação.
Neste sentido, se você assina a Veja, leia o Dossiê do Nassif e considere cancelar sua assinatura; se não assina, convença alguém a fazer isto. O Nassif sacrificou sua paz ao enfrentrar esta revista; eu sacrifiquei bem menos: meu jantar de hoje. Ao fazer isso, você não sacrificará nada, ao contrário, ganhará a possibilidade de ler algo mais decente.


mar 25 2008

Futebol dos Filósofos

Categoria: Amenidades,Cultura,Filosofia,Internet,dvolkdvolk @ 00:29

Sensacional esquete do melhor grupo de comédia de todos os tempo, Monty Phyton.


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