jul 02 2008

LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA?

Categoria: FilosofiaSenhor_do_Servo @ 08:23

Meu objetivo nestas páginas é justapor o ponto de vista sobre o desenvolvimento científico esboçado em meu livro, The Structure of Scientific Revolutions (A Estrutura das Revoluções Científicas), aos pontos de vista mais conhecidos do nosso presidente, Sir Karl Popper.2 Normalmente eu me negaria a um empreendimento dessa natureza, pois sou menos otimista que Sir Karl quanto à utilidade das confrontações. Por outro lado, admirei por tanto tempo a sua obra que, a esta altura, não me é fácil criticá-la. Apesar disso, estou persuadido de que, nesta ocasião, a tentativa há que ser feita. Antes mesmo de meu livro ser publicado há dois anos e meio, eu começara a descobrir características especiais e freqüentemente enigmáticas da relação entre minhas opiniões e as dele. Essa relação e as reações divergentes por ela provocadas dão a entender que uma comparação disciplinada entre as duas pode elucidar muita coisa. Permitam-me dizer por que isso me parece possível.

Em quase todas as ocasiões em que nos voltamos explicitamente para os mesmos problemas, nossas opiniões sobre ciência são quase idênticas.3 Interessa-nos muito mais o processo dinâmico por meio do qual se adquire o conhecimento científico do que a estrutura lógica dos produtos da pesquisa científica. Em face desse interesse, ambos enfatizamos, como dados legítimos, os fatos e o espírito da vida científica real, e ambos nos voltamos com freqüência para a história no intuito de encontrá-los. Desse conjunto de dados partilhados, chegamos a muitas das mesmas conclusões. Ambos rejeitamos o parecer de que a ciência progride por acumulação; em lugar disso, enfatizamos o processo revolucionário pelo qual uma teoria mais antiga é rejeita­da e substituída por uma nova teoria, incompatível com a anterior; 4 e ambos sublinhamos enfaticamente o papel desempenhado nesse pro­cesso pelo fracasso ocasional da teoria mais antiga ao enfrentar desafios lançados pela lógica, experimentação ou observação. Final- mente, Sir Karl e eu estamos unidos na oposição a algumas das teses mais características do positivismo clássico. Ambos enfatizamos, por exemplo, o embricamento íntimo e inevitável da observação com a teoria científica; conseqüentemente, somos céticos quanto aos esforços para produzir qualquer linguagem observacional neutra; e ambos in­sistimos em que os cientistas podem, com toda propriedade, procurar inventar teorias que expliquem os fenômenos observados, e que façam isso em termos de objetos reais, seja qual for o significado da última expressão.

Conquanto não esgote as questões a cujo respeito Sir Karl e eu concordamos,3 essa lista já é suficientemente extensa para nos colocar no mesmo grupo minoritário entre os filósofos da ciência contemporâ­nea. Presumo que seja por isso que os seguidores de Sir Karl têm sido, com alguma regularidade, meu público filosófico mais compreen­sivo, ao qual continuo a sentir-me grato. Minha gratidão, contudo, não é sem reservas. A mesma concordância, que provoca a simpatia desse grupo, não raro lhe dirige mal o interesse. Ao que tudo indica, os adeptos de Sir Karl são capazes de ler grande parte do meu livro como capítulos de uma revisão tardia (e, para alguns, drástica) de sua obra clássica The Logic of Scientific Discovery (A Lógica da Descoberta Científica). Um deles pergunta se a visão da ciência es­boçada na minha Scientific Revolutions não constituiu por muito tempo matéria de conhecimento comum. Um segundo, mais caritati­vo, limita minha originalidade à demonstração de que as descobertas de fato têm um ciclo vital muito semelhante ao das inovações-da­-teoria. Outros, ainda, declaravam-se satisfeitos de uma maneira geral com a leitura do livro, mas discutem apenas as duas questões, com­parativamente secundárias, a cujo respeito minha discordância com Sir Karl é mais explícita: a ênfase que dou à importância de um (compromisso profundo com a tradição e meu descontentamento com as implicações do termo “falseamento”. Resumindo, todos esses ho­mens leram meu livro com óculos muito especiais e há outra maneira de lê-lo. A visão que se tem através desses óculos não está errada — minha concordância com Sir Karl é real e substancial. Entretanto, os leitores fora do círculo properiano quase invariavelmente deixam de notar até que a concordância existe, e são eles que com mais fre­qüência reconhecem (nem sempre com simpatia) as questões que me parecem mais importantes. Chego à conclusão de que uma mudança de gestalt divide os leitores do meu livro em dois ou mais grupos. O que um deles vê como notável paralelismo é virtualmente invisível para outros. O desejo de compreender tudo isso é o que motiva a presente comparação da minha visão com a de Sir Karl.

A comparação, todavia, não deve limitar-se a uma justaposição ponto por ponto. O que exige atenção é menos a área periférica em que se devem isolar nossas divergências secundárias ocasionais, do que a região central em que parecemos concordar. Sir Karl e eu ape­lamos para os mesmos dados; vemos, numa extensão incomum, as mesmas linhas no mesmo papel; indagados sobre essas linhas e esses dados, damos, não raro, respostas virtualmente idênticas ou, pelo menos, respostas que inevitavelmente parecem idênticas na limitação imposta pelo processo de pergunta e resposta. Não obstante, experiên­cias como as que já mencionei convencem-me de que nossas intenções são muitas vezes totalmente diversas quando dizemos as mesmas coi­sas. Se bem as linhas sejam análogas, as figuras que delas emergem não o são. Por isso chamo ao que nos separa mudança de gestalt e não discordância e por isso me sinto, ao mesmo tempo, perplexo e intrigado sobre a melhor maneira de examinar a separação. Como poderei persuadir Sir Karl, que sabe tudo o que sei acerca do de­senvolvimento científico e que já o disse num ou noutro lugar, de que o que ele chama de pato pode ser visto como um coelho? Como poderei ensiná-lo a usar meus óculos quando ele já aprendeu a olhar através dos seus para tudo o que posso apontar?

Thomas Khun (continua aqui)

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One Response to “LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA?”

  1. RODRIGO RODRIGO says:

    psivitalogia.
    psicologia vital craciológica GRACELIANA 1

    Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008
    TEORIA DA BIOLOGIA GRACELIANA
    http://teoriadebiologiagraceliana.blogspot.com/

    TEORIA DE BIOLOGIA GRACELIANA.

    TEORIA DO PODER VITAL.

    ORIGEM E PROGRESSÃO DA VIDA.

    VITALOGIA CRACIONISTA – DIVINISMO.

    DIRECIONAMENTO VITAL. PSICOVITALISMO.

    APRIMORAMENTO CELULAR.

    Autor. Ancelmo Luiz Graceli.

    Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

    Endereço – rua Itabira, numero cinco, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

    Trabalho registrado na Biblioteca Nacional.

    ancelmoluizgraceli@hotmail.com

    http://ancelmoluizgraceli.blogspot

    Colaboradores.

    Márcio Piter Rangel.

    DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

    A vida é uma vontade, um poder um direcionamento. A vida não é matéria, não é mecanicista.

    PSICOBIOCRACIONISMO E PSICOVITALCRACIONISMO.

    Primeira parte.

    TEORIA DO PODER NA ORIGEM DA VIDA, DAS ESPÉCIES E DA MENTE.

    O SER VIVO [A VIDA] É NA VERDADE O UNIVERSO DE PODERES VITAIS, PSÍQUICOS, FUNCIONAIS, BIOQUÍMICOS E BIOFÍSICOS QUE OCORREM DENTRO DE UMA ESTRUTURA VITAL, E QUE ESTÁ PROGRAMADA PARA TRANSCENDER-SE AOS DESCENDENTES. E ESTÁ PROGRAMADO PARA CONSTRUIR DEFESAS E ATAQUES A QUALQUÉR INVASOR A PLENITUDE DO FUNCIONAMENTO VITAL E DE SUA TRANSCENDÊNCIA. LOGO, O QUE EXISTE É A VITALIDADE NA SUA PLENITUDE FUNCIONAL E TRANSCENDENTE REGIDA POR PODERES, VONTADES E AUTODIRECIONAMENTO.

    Logo, em vez de falarmos em ser vivo ou espécie devemos falar em universo vital de funcionalidade, poder e transcendentalidade.

    O SER SE APRIMORA E EVOLUI DE DENTRO PARA FORA E NÃO O CONTRÁRIO.

    Cracionismo – o ser não surge do acaso, mas sim de poder divino, vital e psíquico.

    O corpo vitológico se desenvolve com o poder divino e vital – cracionista, enquanto o espírito nasce da união de duas vidas, que se prolonga após a existência vital.

    E o espírito e a alma nascem diretamente do poder de Deus.

    A junção de duas vidas diversas produz um novo ser, com vontades, mente, e nova alma e espírito.

    O ser vivo não um produto de uma evolução, mas sim de uma vitalização com direcionamento psíquico vital, sensitivo, mental, estrutural, funcional, metabólico e psíquico transcendental.

    O PODER VITAL É UMA DÁDIVA DE DEUS.

    O ser mesmo produzindo modificações na sua forma fisica, na essência ele é o mesmo, possui dois olhos, nariz, boca, sentidos, funções metabólicas, células produzindo energia, coração e glândulas e outros órgãos com funções iguais entre espécies diferentes. Ou seja, na essência o ser vivo é o mesmo até na sua forma de poder vital e transcender para outro ser vivo.

    A VIDA NÃO NASCE, MAS SIM TRANSCENDE E SE PROLONGA NA FORMA DE OUTRA VITALIDADE E OUTRO CORPO, QUE É O SER VITAL TRANSCENDIDO.

    Ou seja, o ser vivo é único, mas as espécies são varias. O ser vivo não nasce, mas sim é transmitido de um para o outro.

    A vida possui a sua própria vontade e racionalidade de funcionar e transcender. Com isto voltamos a Deus como criador da vida pelo poder divino e pelo poder vital, para a vida manter-se na sua essência de ser e de se transmitir.

    O próprio ato de mudança de alguma função, metabolismo, produção de hormônios, órgãos e membros, ou diferenciação psíquica é decorrente do poder vital.

    UNIVERSOS DE PODERES.

    Existe um animal que produz clorofila para ajudar nos seus processos vitais, com isto se conclui que a vida animal surgiu da vegetal. Ou seja, a vida é um processo de vontade e poder, e como a matéria bruta não possui a capacidade de produzir a vida e a mente, logo, onde deveria haver matéria bruta e espaço existe vida, poder, vontade, mente, espírito, alma, diversidades. Com isto conclui-se que a vida não faz parte de um acaso. Que toda evolução é direcionada por um poder superior à própria vida, pois a existência é uma infinidade de poderes e fenômenos interagindo, e a matéria bruta não seria capaz de construir esta diversidade de universos.

    O MILAGRE DA VIDA.

    O UNIVERSO NÃO É O ACASO.

    O acaso não construiria isto que conhecemos por vida, com tanto poder, diversidade de seres e funções, produção racional e psíquica de produzir órgãos e hormônios, energia vital, metabolismo, e energia, transcender pela reprodução sempre surgindo novos seres renovados e reiniciando a vida pelo nascimento. Mesmo transmitindo a vida aos descendentes o ser vivo nasce renovado como um novo ser vivo e isto é outro milagre ou mágica da vida. Fica a pergunta da onde surgiu esta mágica que é a vida com tanto poder e funções diferentes dentro do próprio ser vivo. Logo, há um mistério que vai além do acaso, ou mesmo da materialidade, pois vivemos e somos uma realidade de mistério, milagre, mágica e poder, que transcende e se renova com a maior facilidade, e produz a sua função primordial que é a própria vida.

    A vida não surgiu da própria vida, como a mente não surgiu da própria mente. Logo, há o mistério da origem, dá onde e como surgiu tanto poder e tanta diversidade.

    A realidade e o mundo são mágicos de milagre, poder e racionalidade.

    A VITALIDADE É MÁGICA.

    A produção da vida tem um direcionamento, uma estruturação, uma racionalidade que vai além do acaso, ou da materialidade, e este além não têm explicação de uma causa mecanicista. É como se onde não deveria ter nada, mas tem, na forma de vida, componente vital, estrutural, psíquico, reprodutivo, transcendentes, poder, racionalidade etc., ou seja, o universo é mágico, é milagre, é racionalidade que se processa e avança em direção a perfeição. Nisto só vemos Deus, mágica, milagre, poder e racionalidade.

    É um universo próprio que surgiu e está presente testemunhando uma só coisa o poder de um criador mágico e milagroso que faz aparecer o impossível onde nada deveria existir.

    Assim, o universo, a realidade é mágico, milagre e poder e racionalidade, pois onde deveria ter nada tudo há. Logo, a realidade é mágica e racionalidade em si e sobre si na sua estruturação.

    A vida é um universo próprio, mágico, milagroso, de poder, racionalidade na produção de funcionalidade e transcendentalidade. Onde a vida transmite o velho e surge o novo para a vida perpetuar, ou seja, duas células de adulto criam um ser novo, revigorado que vai reiniciar tudo novamente. E isto é mágica, o milagre é como surge algo tão poderoso como a vida onde nada deveria existir, o poder é de manter a vida na sua funcionalidade e direcionamento, e a racionalidade vital é coordenar o funcionamento da vida e apontar para o futuro e dizer que posso chegar. Até onde ainda não se sabe, mas sabemos que diante de tanto poder só nos resta dizer – Deus presente está. Que assim seja.

    O ser vivo não nasce ele é transmitido e onde há dois, será um novo revigorado como um só, mas em si como milhares de células.

    O recebimento alimentar de hormônios vai reagrupar e dividir estas células, que já possui a capacidade genética para isto, onde vai surgir um novo ser com funcionalidade própria. E está funcionalidade vital vai produzir o vital metabólico e vital psíquico, onde surgirá um novo ser com mente e racionalidade por aquela funcionalidade. O espírito á uma faculdade divina onde todo ser humano receberá um novo espírito e alma. O espírito não transcende de um para outro, pois o novo ser não é responsável pelos feitos de espíritos que já viveram. Tudo será novo, novo ser humano, nova mente novo espírito.

    VITALOGIA. TRANSVITALOGIA E CRACIOVITALOGIA.

    O ser produz o seu funcionamento orgânico através do poder vital, onde sempre procura produzir seres sempre com seu funcionamento biofísico mais perfeito, onde alguns migrarão para um tipo de funcionamento, enquanto outros para outro tipo mais apurado, que serão criados seres diferentes conforme o direcionamento deste perfeccionismo, seres com trombas, pescoços grandes e aptidões para caçar. Etc. E direcionamento de perfeição para a funcionalidade e perpetuação da vida e das espécies que surgem novas espécies, novos órgãos, sentidos, mente, genes, capacidade reprodutiva. Etc.

    SOBRE OS MAIS FORTES.

    Assim, os mais fortes são uma criação da vitalidade, onde surgirão sempre mais espécies, enquanto outras migrarão ou continuará como estão. Como os dinossauros que com as variações térmicas e climáticas eles diminuíram de tamanho para manter-se vivos. E vários outros seres.

    NATUREZA DO SER VIVO.

    É da natureza do ser vivo produzir potencialidades e poderes sempre com maiores capacidades de órgãos, metabolismo, reprodução, genética, alimentação, respiração, ou seja, a natureza do ser está direcionada para produzir seres sempre mais fortes e com maiores capacidades para continuar e perpetuar a sua existência.

    PODERES NA PRODUÇÃO DA VIDA.

    É com as potencialidades que o ser sobrevive e se perpetua como o ser que produz hormônios na época de acasalar, outros aumentam os pelos no frio ou na reprodução, ou seja, são os poderes que mantém a vida e a capacidade de mudança, a vitalidade é ativa e não passiva. O estágio avançado que um ser se encontra é produto de seu poder de vitalidade, onde ele cria sempre novos e melhores mecanismos para as suas mudanças.

    SOBRE A DIVERSIDADE DE ESPÉCIES.

    Logo e ser vivo não é obra do acaso ou de um processo materialista, mas sim, obra de um planejamento direcionado, com poderes e mecanismos que levarão o ser vivo a ser o que foi ontem, é hoje e será amanhã. Isto é um psíquico direcionamento vital.

    DE COMO O COSMO, A MENTE, E A VIDA TEM O PODER – CRACIOLOGISMO – O PODER DO CRIADOR REGENDO O COSMO E O ESTRUTURANDO.

    A necessidade de aperfeiçoar as espécies a vitalidade cria sempre espécies mais fortes, outras com mais capacidades, e outras com órgãos direcionados para funções diversas e com maior direcionamento para aquela necessidade por isto que temos tantas espécies variadas num só lugar. A vitalidade cria poderes para desenvolver órgãos, funções, sentidos, hormônios, canais, genes, mente, poder psíquico e orgânico, etc. para manter a vida e sua eternidade sempre direcionando para o perfeito funcionamento.

    O HOMEM NÃO É OBRA DO ACASO, MAS SIM DE PODER E VONTADE DIRECIONADA.

    A mente É uma obra da construção vital para funcionar em prol da própria vida. É mais uma ferramenta vital, e não age em função da sexualidade, instintos, pulsão, personalidade. O mesmo acontece com a racionalidade

    A mente é mais uma ferramenta como um órgão, uma célula, um hormônio, uma metabolização etc.

    COMO SE FORMA AS ESPÉCIES E AS FAMÍLIAS.

    O ser desenvolve aptidões através de seus poderes vitais, para aperfeiçoar alguns órgãos, membros, ou metabolizações, que serão transmitidos geneticamente. Que terá mais um ser se diferenciando dos demais, que desta diferenciação surgirão outros, outros e outros, onde sempre construirão novos e melhores órgãos, membros, e funções, que serão transmitidos geneticamente aos descendentes, e criar novos descendentes. Por isto que o ser consegue mudar e criar novos mecanismos conforme as suas necessidades com o meio ambiente.

    PODER E POTENCIALIZAÇÃO.

    O ser ao potencializar uma função craciovital psicovital ou psíquica biofísica ela passa a desenvolver e aperfeiçoar sempre mais naquela direção, desenvolvendo metabolismos, hormônios, órgãos, capacidades celulares e reprodutivas e genéticas. Onde em direção daquela potencialização o ser terá aquelas características com novos membros ou maiores, com outras potencialidades ou outro formato físico ou mesmo funcional, e daí novas, e outras, onde teremos as famílias, as espécies, e outras com uma diversidade enorme de espécies e de famílias, pois de uma potencialidade surge outra família, e desta família varias espécies.

    MODIFICAÇÃO CRÁCIO METABÓLICA, ENERGÉTICA E GENÉTICA.

    Pois, a diversidade de seres deve-se a capacidade de poder do ser vivo de criar mecanismos internos e estruturais e funcionais para a sua sobrevida e eternidade.

    Antes do ser vivo modificar-se externamente ele se desenvolve funcionalmente na sua produção metabólica, energética, funcional e celular, e a partir que ele vai se modificando vai registrando e transmitindo aos descendentes, assim teremos uma gama de seres, enquanto uns vão numa direção outros vão a outra. É como uma árvore com vários galhos, que vem de várias raízes.

    POTENCIALIZAR E VITALIZAR PARA ETERNIZAR.

    FUNCIONALIZAR PARA DIVERSIFICAR.

    Da potencialidade cracio vital surge e se forma a potencialidade energética e de funções energéticas e de novos orgânulos celulares com funções energéticas, metabólicas e hormonais que criaram aptidões para um direcionamento hormonal, energética, e metabólica, que deste funcionamento surgirão novos órgãos com novas funções, e destes órgãos novos membros pra facilitar toda esta funcionalidade. Enquanto uns crescem outros, minguam conforme a necessidade funcional e vital, que será transmitido aos descendentes, formando sempre novos e diferentes seres, por isto que temos uma diversidade de famílias, e nas famílias uma diversidade de espécies.

    A ordem é potencializar para viver e perpetuar, e da potencialização surge novos seres.

    Tem-se a vitalização genética a partir do poder vital, e sua capacidade natural de mudança pelos seus poderes vitais.

    COM ISTO CONCLUI-SE QUE O SER É UMA PRODUÇÃO INTERNA, DE SEUS PODERES VITAIS. E NÃO DEPENDE EXCLUSIVAMENTE DE FATORES EXTERNOS.

    CRACIOLOGISMO – FILOSOFIA.

    A realidade é Deus.

    A realidade é o ser de si, pois é o poder, e o poder que auto direciona a estruturação.

    E perfeição e a evolução.

    O ser é Deus, não a matéria, a mente ou o arquivo, mas sim, o criador que rege e estrutura o mundo e a realidade.

    O mundo não possui alma, mas sim, Deus possui o mundo.

    A realidade não é obra do acaso, mas sim obra do poder direcionado e arquitetado.

    O ser é produto da vontade de aprimoramento do funcionamento vital.

    VITALOGIA.

    Veias e canais, bombas propulsoras como o coração, filtros, estímulos elétricos, produtores e sintetizadores de energia, metabolização, hormônios, sistema respiratório, sintetizadores de proteínas, controladores térmicos, mente e poder psíquico, sistema reprodutivo e transreprodutivos como genes responsáveis pela transcendência da vida, e muito outros. Logo, o ser vivo é a segunda mais perfeita construção do universo de estrutura e poder , é claro o primeiro é Deus.

    A FORMAÇÃO DAS ESPÉCIES É CRACIOPSICOSSOMÁTICA.

    PSICOVITALOGIA.

    A mente e o universo psíquico não se estrutura a partir do outro, mas sim, já nasce com o ser vivo, é parte da sua natureza vital, e nasce com a função de trabalhar em função do bom funcionamento vital, a mente é parte do universo inconsciente. Que produz o homem e todos os seus anseios. A mente existe como ferramenta produzida pela vitalidade para funcionar em função da própria vitalidade.

    A biologia estuda a vida através de processos bio mecânicos e bioquímicos, enquanto a vitalogia estuda a vida através de poderes divinos, vitais e psíquicos.

    Temos lagartos com membranas nas asas para servir de pára-quedas, pássaros que dançam durante o acasalamento, iguanas que sugam a presa com uma enorme língua. Formigas que criam asas na época da reprodução, mamíferos com clitóris. Ou seja, tudo é feito psicologicamente através de poderes bio mentais para a reprodução e manutenção da vida. Que foge do processo mecanicista da natureza e entra a vontade, o poder, a mente e o poder vital.

    Os poderes vitais e psíquicos determinam o direcionamento de funções de órgãos que se desenvolverão formando sempre novos tipos de seres vivos, sempre em direção a perfeição vital orgânica e psíquica.

    O vital é o poder de direcionamento da vida.

    O orgânico é o universo biomecânico e bioquímico do ser vivo.

    E psíquico é o poder da mente sobre o funcionamento da vida.

    PSICOVITALISMO 1.

    A mente é parte da construção do universo vital, que se formou durante séculos e que foi transmitido aos descendentes. A sexualidade é mais uma ferramenta construída em prol da construção da vida. Pois vê porque a mente age sobre o comportamento psíquico.

    SOBRE OS MORCEGOS.

    É sem dúvida um ser vivo com muitas capacidades.

    Mamífero que desenvolveu asas.

    Mantém uma babá para cuidar dos filhotes.

    Sensor de radar que capta ondas no ar.

    Sensor térmico.

    Produz anestésico para não acordar as vitimas.

    Dorme de cabeças para baixo.

    Proporcionalmente ao tamanho é um dos seres que mais vive. Chega próximo dos 16 anos.

    PSICOVITALISMO 2.

    O organismo funciona produzindo e processando energia, metabolização, movimentos biológicos, trocas térmicas, e formação de componentes químicos e é neste processo que o universo psíquico e da vida se funde, onde a mente, o eu, a personalidade os anseios psíquicos são estruturados. Onde o inconsciente trabalha incessantemente, onde o eu se forma. E é durante a gestação que o ser possui a sua maior fase de intensidade vital, funcional, e psíquica, pois nesta fase além de possuir uma imensa atividade biológica ainda se encontra dentro do corpo da mãe e usa a temperatura da mesma em prol de produzir a sua vitalidade.

    É durante a gestação que o eu, a mente, a personalidade se estrutura e se forma.

    Há quatro fases –

    1- transcendental – ou vital – que recebe a herança vital para prosseguir na construção da vida e na perpetuação da espécie.

    2-a genética que recebe dos pais a base.

    3- a fase uterina – na gestação, onde a mente se estrutura.

    4- e a fase pós nascimento. Onde o ser passa a conviver com os outros seres.

    TRANSCENDENTALISMO.

    Observação. Se a vida é uma transcendência, logo todo funcionamento vital, orgânico, estrutural e psíquico também é. Logo, somos o prolongamento dos nossos pais, e com poucas modificações. E os filhos serão portadores e transmissores da base estrutural, vital, funcional e psíquica dos pais.

    A base do funcionamento vital, orgânico, funcional, estrutural, psíquico, mental, racional, sensitivo é um prolongamento do que os pais já desenvolveram e herdaram.

    Logo, o ser é uma fase da transcendência da vida e da mente, e que vai desenvolver uma parte e que vai transmitir aos descendentes.

    A AÇÃO DA VIDA E SEU PODER SOBRE A MATÉRIA.

    TRANS CRÁCIO PSICOVITALOGIA.

    O ser possui um direcionamento psíquico de poder que age sobre todo funcionamento vital direcionado para a perfeição do funcionamento da vida em todas as suas formas e na sua transcendência aos descendentes.

    E tendo potencialidades para desenvolver seres com novas aptidões e novas funções, onde o ser pode mudar livremente produzindo novos seres, novas espécies, e novas famílias.

    Levando o ser a ter sempre um direcionamento preciso para estas novas funções e novas aptidões.

    ASSIM PODE-SE DIVIDIR O SER VIVO EM.

    1- Direcionamento psíquico, vital, funcional e estrutural.

    2- Direcionamento voltado para a perfeição funcional e reprodutiva.

    3- Direcionamento para o funcionamento energético funcional, e metabólico.

    4- Direcionamento psíquico.

    5- Direcionamento do inconsciente vital.

    6- Direcionamento reprodutivo, genético e transcendental.

    7- Direcionamentos transperfectivos para novas aptidões e funções, onde o ser se desenvolve para um sentido, e deste a outros, formando vários seres numa mesma família, ou formando varias famílias.

    O direcionamento transperfectivos independe de condições externas, o ser num mesmo ambiente pode caminhar e desenvolver as suas funções para qualquer lado.

    8- E o transgenético que serão transmitidos aos descendentes.

    -O ENVELHECIMENTO É O RESULTADO DA DIMINUIÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENERGIA DOS RIBOSSOMOS. CAUSADO PRINCIPALMENTE POR ACÚMULOS DE GASES COMO OXIGÊNIO E HIDROGÊNIO.

    -A mente, os sentidos, a personalidade é regido por componentes inconscientes vitais.

    -A produção das espécies e seres é regida por poder divino e inconsciente vital e poder vital.

    - Todo órgão, membro, função metabólica quando não mais em uso tende a ser degenerado e amputado geneticamente com o passar do tempo. Isto é confirmado em várias espécies, como olhos de polvo que vive nas profundezas oceânicas, chocalho de cascavel. Enquanto baleias desenvolvem mais sentidos para se orientar e comunicar-se entre os seus de sua espécie.

    ZÔO PALEONTOLOGIA.

    Nas grandes profundezas os seres sofreram menos as variações térmicas sobre o planeta, e se mantiveram íntegros na sua função metabólica, onde sofreram menos a ação do clima. Com isto enquanto os dinossauros desapareceram por causa da variação climática e metabólica alimentar e genética. Pois alguns degeneraram em tamanho, outros se mantiveram com menos alterações nas profundezas oceânicas, como lulas, alguns tubarões e outras espécies.

    OS ONZE PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA VITALOGIA

    Princípios fundamentais da produção da vida, de seres, espécies, e da mente e de mecanismos funcionais nas espécies.

    1 – os poderes divinos e vitais capacitam o ser a desenvolver mudanças.

    2- o ser vivo muda conforme o seu poder vital.

    3- o ser vivo muda conforme a função metabólica que ele alto direciona.

    4 – as espécies surgem dos poderes e potencias que o ser vivo produz para vitalizar e se manter vivo e transcender no processo da vida.

    5- a genética é o registro da mudança do ser vivo presente em qualquer célula do próprio ser.

    6- seres mais capacitados possuem maiores números de espécies, pois tiveram a capacidade de mudanças para várias funções metabólicas. Criando várias metabolizações e mecanismos vitais para a sua sobrevida.

    7- os mais fortes são os que possuem maior capacidade metabólica e poder para criar mecanismos para mudanças.

    8- mecanismos sem função tende a degenerar.

    9- as famílias mais fortes são as que possuem maiores números de seres, independente de tamanho.

    10 – as espécies mais fortes são as mais capacitadas metabolicamente, e preparadas para variações externas como clima, pouca alimentação, e que vivem mais em comparação ao seu tamanho.

    11- o ser vive para vitalizar e transcender para isto ele cria poder e mecanismos metabólicos e energéticos. O surgimento de espécies é uma conseqüência deste poder e capacidade.

    PSÍQUICO BIOCRIACIONISMO.

    A espécie surge a partir do poder psicovital que direciona a função energética metabólica para uma direção biovital, onde vai desenvolver sentidos, metabolização, órgãos, hormônios, membros numa direção energética metabólica, onde novas espécies irão surgir a partir deste desenvolvimento.

    As teorias da Vitalogia, psicobiológica, psicofisiologia e a inconscienciologia são teorias que se fundamenta no poder e nas potencialidades que o ser vivo possui e que desenvolveu com o passar o tempo e na processualidade da vida, e vai de encontra ao poder do Criador, pois as outras teorias são materialistas, mecanicistas de causa e efeito, enquanto a nova teoria é de poder, potencialidade e alto direcionamento onde as espécies e a vida se formam e são potencializadas.

    PODER E CONSCIÊNCIA EXISTENCIAL.

    PODER VITAL, CONSCIÊNCIA VITAL E CONSCIÊNCIA EXISTENCIAL.

    O PODER DOS SERES VIVOS E A INCONSCIÊNCIA EXISTENCIAL NO MUNDO DA VIDA.

    O poder dos animais em defesa da sua sobrevida e sobrexistência como que se sabe e necessita de se reproduzir para manter-se vivo através de seus descendentes, ele desenvolve capacidades hormonais e reprodutivas diferentes de seres e espécies para espécies, vemos isto nos caracóis, cavalos marinhos, águas vivas, camarões, e tantos outros.

    Cada espécie procura a sua melhor forma de se perpetuar no mundo da vida. É como que sabe que para manter-se vivo precisa se reproduzir e sempre procurando fazer uma seleção genética.

    Este poder e consciência estão presentes nos mecanismo e formas de proteção desenvolvida, formas de respiração, alimentação, produzir órgãos e hormônios, metabolismos e produção energética pelos ribossomos.

    DEFESA, ATAQUE, PROTEÇÃO E CAMUFLAGEM.

    As águas vivas que são transparentes, os moluscos que se encolhem dentro da sua casa, poder de produzir energia elétrica por peixes, vapor quente produzido por besouros para matar as suas presas, poder de hipnotizar, e vários outros poderes e capacidades desenvolvidas por cada espécie, e tudo com um só objetivo, manter-se vivo e ter a capacidade de transcender-se no tempo através de seus descendentes.

    AS LEIS BÁSICAS DA VIDA.

    1 – A vida é regida por poderes e segue um direcionamento intelectivo vital no seu funcionamento e transcendência pela genética e reprodução.

    2 – A vida produz os seres e espécies e não o contrário.

    3 – As espécies e os seres vivos são produtos de poderes e de direcionamento intelectivo vital, e não do acaso.

    4 – Os seres mudaram pouco a sua estrutura e essência vital essencial, as células metabolisam e produzem energia em todos os seres e todos possuem quase o mesmo sistema de reprodução.

    A teoria vitalógica não é uma teoria das espécies, mas sim uma teoria da vida. Pelo poder e pela inteligência vital.

    Vemos o poder do criador na construção da vida na sua origem, no seu funcionamento, no seu poder, na sua inteligência funcional e transcendência, pois a vida ascendente é transmitida e renovada como um novo ser vivo, como descendente, pois desta transmissão vai gerar um novo ser vivo.

    5 – As mudanças do descendente ocorrem no ascendente, que conforme a sua forma de vida, poder vital e intelectivo vital vai levar características diferentes a cada célula, e esta diferenciação que vai acarretar as diferenças genéticas transmitidas aos descendentes.

    Ou seja, qualquer mudança que ocorre no ser vivo levando a surgir o início de uma nova espécie, não é produto do meio externo, mas sim do poder vital, intelectivo vital, e poder de mudança vital e funcional dentro do ser, logo as espécies não surgem de fora para dentro, mas de dentro para fora, respeitando o poder divino sobre a vida.

    O ser vivo é produto de si mesmo.

    6 – O divino produz o poder, o poder a vida, a vida o ser vivo, o ser as espécies.

    A teoria da vida e do ser vivo é produto do poder divino, fora do organismo, e do poder vital, dentro do organismo. O ser vivo direciona a sua vida e todo seu funcionamento vital, celular, metabólico, transcendental, racional e psíquico. E produz a mente, células, energia, sentidos sensoriais e extra sensoriais, transmissão e transcendência pela reprodução e genética, independente do mundo externo. Logo a vida é produto do universo vital, ou seja, interno no ser vivo.

    7- a genética é o registro particular de cada célula que é conforme o seu tipo e desenvolvimento metabólico e energético, por isto que cada ser vivo é diferente do outro, pois mesmo sendo dos mesmos pais eles são resultados de células de outra fase dos pais, ou seja, cada célula carrega particularidades diferentes de outra conforme situações para cada célula. Ou seja, pais e mães podem produzir milhares de filhos e todos serão diferentes. Qualquer mudança que o ser vivo tiver é uma conseqüência do universo vital e produção do próprio ser vivo.

    CRACIONALISMO INATO E TRANSCENDÊNCIA INATA.

    O poder é anterior a vida, a vida o sustenta, mas não o produziu na sua origem, apenas o transcende aos descendentes, pois o poder é inato. Qualquer célula carrega o poder e o transfere a outros. A evolução não produziu poderes vitais, pois o próprio ato de se modificar é uma conseqüência de poderes. Como também de produzir mecanismos de defesa, de imunização, energia, reprodução, etc. por isto que a vida não é um ato mecanicista materialista e do acaso, muito menos de uma evolução, mas sim de poderes crácio inato e transinato.

    ESPÉCIES SÃO CONSEQÜÊNCIA DA VIDA, E A VIDA É CONSEQÜÊNCIA DE PODERES ANTERIORES À PRÓPRIA VIDA.

    A vida já iniciou com seus poderes, e estes poderes que levaram as espécies a existir. Se pensamos é porque temos o poder e faculdade de pensar, o mesmo acontece com a mente, a psique, a imunização, a defesa, sentidos, energia e metabolizações, reprodução, poder de aumentar os cabelos e cascos durante o inverno, etc.

    Esta é uma forma de poder vital que é dominado e produzido pelo poder vital, e inteligência do funcionamento orgânico, sem haver com o mundo externo, ou seja, tem poder de modificar-se, o mesmo ocorre na amamentação.

    Ou seja, a vida possui a sua própria inteligência, pois quando o clima fica frio, ele modifica os seus hormônios e passa a aumentar os seus cabelos, e isto é poder e este poder que não se explica por nenhum mecanismo materialista ou do acaso. Ou mesmo a mente é uma forma de poder que nenhuma teoria explica como evoluindo por condições externa ao ser vivo.

    O mesmo ocorre com o ato de produzir defesa contra vírus e bactérias. Ou seja, somos um universo de poder. Este poder é inerente a qualquer forma de evolução, pois é o poder vital, mental e orgânico para produzir modificações.

    CRACIOGENESE.

    Qualquer modificação ocorre nas células antes de ser transmitidas aos descendentes, e cada célula é um universo de energia e de códigos, assim se uma célula ser a transmissora de uma próxima vida e esta célula ser completamente diferente, no seu funcionamento e código, ela poderá fazer surgir um ser completamente diferente, juntamente com a célula da parceira. Temos duas formas de possibilidades para modificação independente de condições externas.

    A evolução não explica o poder de produzir mecanismo de mudanças no organismo durante a mudança de clima, o poder de reconhecer e produzir anticorpos para certos vírus, o poder de produzir a mente, o poder do sonho e da imaginação na produção do conhecimento, e muitos outros fenômenos.

    Ou mesmo o poder de uma cadela produzir leite para outro tipo de filhote adotado por ela.

    E vários outros fenômenos que só através de poderes se pode explicar.

    PODERES E CAPACIDADES NATURAIS.

    Nos eqüinos se vê que eles desenvolvem e aumentam os seus cabelos conforme o clima, porém só se estiverem no frio, se não eles se mantêm na sua forma natural, outros seres desenvolvem e aumentam a grossura do couro, outros aumentam a gordura, outros produzem hormônios conforme variações climáticas, alimentar e reprodutiva. Ou seja, os seres possuem capacidades e poderes para fazer uso desta capacidade quando fizer necessário. Isso só vem confirmar a teoria da Vitalogia, de que o ser possui poderes e capacidades para produzir órgãos, sintetizações, camuflagem, etc. Conforme a necessidade ou vontade.

    Com isso se confirma que toda mudança e direcionamento da vida dentro do ser, fazem parte de capacidades e poderes dentro do ser vivo, independente de condições externas.

    O próprio poder e capacidade vital foram um desenvolvimento produzido pelo ser.

    Com isto se conclui que a vida independe de condições externas, o ser se desenvolve conforme capacidades, poderes, vontades e necessidades.

    E que o ser não é o agente da vida, pois o agente da vida é o poder vital, funções e direcionamento vital que já são programados na forma de cromossomos e funções realizadas com sucesso para realizar funções e transcender. Logo, o ser vivo não é a causa da vida, seres e espécies, mas sim, são todos, ser e espécies, efeitos da vitalidade.

    UM SER EM DOIS.

    Todo ser ao se formar com duas partes [duas células] o mesmo é constituído por dois lados – o esquerdo e o direito. Isto se confirma em todos os órgãos, membros, cérebro, veias, glândulas. E outros.

    O SER NÃO É O CORPO, NEM A MATÉRIA, MAS SIM O FUNCIONAMENTO BIOFÍSICO, VITAL E CRACIOLÓGICO. CONSTITUÍDO DE PODERES, E VONTADES DE EXISTIR, SINTETIZAR, REPRODUZIR E SE ETERNIZAR ATRAVÉS DA TRANSCENDÊNCIA.

    O poder vital pode construir mecanismos de defesa e ataque, produzir órgãos, funções e hormônios para ajudar no funcionamento da vida. Com isto se conclui que a matéria, os processos biofísicos e bioquímicos existem por que a vida os construiu para a sua perfeita funcionalidade. Logo o agente principal da vida é o poder vital.

    Segunda parte.

    CRACIONISMO PSICOVITAL.

    PSICOBIOCRIACIONISMO.

    O vital craciológico não é uma teoria das espécies, mas sim da vida.

    PSICOBIOLOGIA DE SINTETIZAÇÃO.

    Evolução a partir da célula.

    BIOEVOLUÇÃO, E PSICOBIOEVOLUCÃO.

    EVOLUÇÃO VITAL. VITALOGISMO.

    No inicio só existia Deus e o espaço, de onde tudo começou. Veio a matéria morta a partir do espaço denso, veio os astros a partir da matéria, e Deus criou a matéria viva, e a matéria com poderes psíquicos vitais. Que se desenvolveu em seres vivos com suas potencialidades e é o que estrutura a natureza de infinitos seres vitais.

    o que evolui não é o ser ou as espécies, mas a vida pelo poder vital na produção da funcionalidade da vida, na sua reprodução e evolução, e que ser e espécies se formam, se estruturam e passam a existir conforme o poder vital age sobre a produção da vida.

    Logo a vida que evolui em todos os seus processos e funcionalidades vitais, orgânicos, estruturais, psíquicos, reprodutivos e transcendentais.

    Que leva a vida a processar-se e transcender em direção a uma perfeição e a uma eternidade sempre com uma melhor funcionalidade vital.

    a vitalogia não estuda o ser vivo e a evolução como estruturas funcionais, mas sim como poder e direcionamento vital.

    O ser vivo são os fenômenos que acontecem nele, e que são direcionados pelo poder vital. a estrutura física e química é a aparência do que aconteceu e está acontecendo no ser.

    LOGO, O SER NÃO EVOLUI, ELE VITALIZA. ELE NÃO É UM SER BIOLÓGICO, MAS SIM, UM SER VITAL.

    O homem não veio do macaco, mas sim do poder vital e divino, e dos processos da vitalidade.

    Não é o meio externo o agente do desenvolvimento e evolução do ser vivo, e nem é o próprio ser, mas sim o agente do desenvolvimento é o próprio poder vital que age sobre o ser para que o mesmo realize suas funções vitais e desenvolva as fases de evolução. O ser é apenas a estrutura onde o poder vital está inserido e agindo.

    Assim, como o ser é uma estrutura do poder vital, a mente também é apenas uma ferramenta que trabalha para que a vida com todos os poderes mantenha a sua existência vital, funcional e psíquica no ser. Que foi criada pelo poder vital para esta função.

    A vida, a origem e novas espécies e sintetização celular e manutenção da vida, pelas potencialidades da vitalidade do ser vivo, e poder do psíquico orgânico fazem parte do poder vital.

    A sintetização celular é que mantém a vida, através do funcionamento das células, e é nas células que tudo se encontra, inclusive a vitalidade do ser, poder psíquico vital e poder psíquico orgânico, onde a vida é direcionada, em todo seu funcionamento e modificações que ocorrerão no ser vivo.

    A vida celular é uma dinâmica processual de interações físicas e químicas com produção de energia e bioquímica, com poderes vitais e psíquicos nas células para o direcionamento da vida e todo o seu funcionamento.

    Esta dinâmica celular é que determina todo funcionamento bioquímico nas células, orgânico, alimentar, reprodutivo, genético, imunológico, e de mudanças nas espécies.

    Assim, a vida celular é um processo constante que ocorre nas células, processando a sintetização de energia, e poder psíquico orgânico dos orgânulos celulares, para o direcionamento da vida, e vida interna do ser vivo e poder psíquico das células.

    A vida é um processo dinâmico, e este processo se prolongará conforme a intensidade da dinâmica e sintetização celular, onde é registrada a intensidade dos processos de produção de energia química, física, bioquímica, e psíquico biológico.

    SOBRE OS MAIS FORTES.

    PODER VITAL E CELULAR.

    Os mais fortes nem sempre sobrevivem para manter as espécies, ou são em maior numero, a natureza da vida está em produzir a própria vida conforme a potencialidade do ser.

    E se os mais fortes fossem os sobreviventes, eles seriam em maior número, pois os considerados inferiores, ou menos adaptados são em maior número de seres e espécies, pois possuem maior potencial reprodutivo, e com maior facilidade para adaptação.

    Pois, possuem maior poder de reprodução e capacidades a novas adaptações. Porem a capacidade a novas adaptações vem do poder vital que as células desenvolveram com o passar do tempo e o potencial de suas capacidades vitais.

    Inclusive os cromossomos sexuais fazem parte do registro celular e de desenvolvimento criado pelo próprio ser vivo através de seus poderes.

    A natureza e direcionamento da vida estão em manter e desenvolver da própria vida. Seres e espécies é uma conseqüência do poder e natureza da vida.

    EVOLUÇÃO PELO PODER VITAL E CELULAR.

    Assim, constata-se que toda mudança que o ser vivo possa passar é regida por ele mesmo, através de seus poderes e capacidades vitais e celulares.

    Pois a própria genético é um poder celular desenvolvido pelo ser.

    Logo as mudanças e evoluções deve-se a poderes e capacidades vitais e não ao mundo externo.

    O ser possui o poder de programar-se para mudanças constantes e sazonais.

    A CONSTANTE.

    É quando ele pode constantemente estar em mudanças e sempre suscetível a mudanças.

    A SAZONAL.

    É quando o ser se modifica no inverno ou no verão, como exemplo pode-se falar de ovelhas, eqüinos, caprinos e outros que aumentam os seus pelos durante o inverno.

    Ou animais marinhos que aumentam sua gordura durante o verão.

    Com isto vemos que o ser possui poderes e potencialidades inatas e criadas por eles para a sua auto existência.

    O ser existe em função de poder de sintetizaçao psíquica, biológica, química e física, ou seja, ele não existe para evoluir, mas sim existe para manter-se vivo, com seu funcionamento celular e vital.

    Ele procura manter a vida de si mesmo, por vontade psíquica e biológica, através do psíquico orgânico e psíquico biológico.

    A psíquica biologia é a mente da vida, que direciona, organiza e estrutura a vida.

    TEORIA DA SINTETIZAÇAO BIO VITAL.

    O objetivo desta teoria é fundamentar a causa do processo da vida, do funcionamento celular, dos órgãos, da reprodução, da evolução e aprimoramento da vida, que ocorre através da sintetizaçao celular e processos bioquímicos no interior das células.

    As espécies por sua vez são produto e conseqüência de sintetizaçao de energia nas células, sem depender de meio externo.

    Mas sim, primeiro da condição bioquímica interna e processual em que se encontra o ser vivo.

    Depois da condição da mesma de produzir energia através de alimentos e da respiração, e de alimentos disponíveis para sua alimentação.

    Ou seja, o que determina um processo inato e natural de produção de espécies é o processo de sintetizaçao celular, onde as espécies através de potencialidades desenvolvidas produzem a sua energia e a sua potencialidade de sintetizar alimentos e energia. Para desenvolver a potencialidade de reprodução, genética, e aperfeiçoamento da suas espécies para o futuro, que transcenderão aos descendentes.

    A vida é processada em processos bio, químico, físicos e em sintetizaçao de energia.

    A teoria da sintetizaçao unifica todas as teorias biológicas entre si, como também a produção de energia, funcionalidade de órgãos, transcendência aos descendentes por potencialidades adquiridas, e com a própria essência da vida, que é manter a vida na sua natureza de ser.

    Assim, o ser não evolui, ele é sintetizado e se aperfeiçoa, para a manutenção da vida, em seus processos biofísicos, bioquímicos, e psíquico biológicos, que ocorre sempre na direção para aperfeiçoar a sua química e aproveitamento de alimentos e energia.

    E que ocorre através de aperfeiçoamentos de órgãos e mudanças nos orgânulos celulares, pelo direcionamento do psíquico orgânico e psíquico biológico, que se desenvolve em direção ao aperfeiçoamento.

    Não se pode falar que o ser é produto de condições externas, no caso no ambiente, ele é produto de sua condição vital de aperfeiçoar-se através de sua potencialidade energética, e de sua potencialidade da psíquica biologia.

    O SER CHEGOU A SER O QUE É HOJE POR CAUSA DA SUA ALTO PROCURA DE APERFEIÇOAR E MELHORAR O FUNCIONAMENTO NO INTERIOR DAS CÉLULAS, PARA A MANUTENÇÃO DA VIDA.

    Todos os seres vivos são sintetizações, ou seja, são em si produto de sínteses e processos biofísicos, bioquímicos, e psíquico biológicos.

    A espécie é uma conseqüência de processos celulares e da procura de melhoria funcional das células.

    Se houvesse uma evolução por seleção natural só existiriam os mais fortes, enquanto os fracos também existem e são em maior numero, pois todos os seres vivos existem e estão sintetizando energia e são em si a própria sintetização celular.

    Assim, o poder vital não produz seres fortes ou fracos, mas sim produz a vida, e os seres que estão inseridos na vida.

    Ou seja, seres e espécies é uma conseqüência do poder vital na produção e evolução da vida.

    Vemos que as espécies não obedecem a uma seleção natural, e que os mais fortes não são os únicos que sobrevivem, pois do contrário os dinossauros não desapareceriam, enquanto répteis menores sugeriram.

    Ou seja, a natureza camufla e muda para sobreviver, produzindo seres fortes e fracos, como também organismo com funções especificas para a sobrevida, sendo coordenado pelo psíquico biológico e psíquico vital.

    O PODER VITAL CRIA NO SER POTENCIALIDADES VITAIS.

    A CAMUFLAGEM, ÓRGÃOS E CÉLULAS PARA DESENVOLVEREM MÚLTIPLAS FUNÇÕES SÃO POTENCIALIDADES JÁ DESENVOLVIDAS PELO PODER VITAL, QUE FICA ESPERANDO A VARIAÇÃO DA FUNÇÃO E DE UMA CONDIÇÃO FUNCIONAL ADVERSA PARA ENTRAR EM AÇÃO. QUE PODE LEVAR A SURGIR NOVAS FUNÇÕES, NOVOS ÓRGÃOS, NOVAS PROCESSOS BIOQUÍMICOS E FÍSICOS E QUE DARÁ CONDIÇÕES PARA O SURGIMENTO DE NOVOS SERES E ESPÉCIES.

    O PODER VITAL E A NATUREZA CRIA CONDIÇÕES PARA A VIDA E PERMANÊNCIA E PERPETUAÇÃO DA MESMA.

    PONTOS PRINCIPAIS PARA OCORRER A VIDA.

    1- Toda mudança ocorre de dentro para fora, ou seja, das células para o corpo externo.

    2- Toda mudança é dirigida pelo psíquico vital do próprio ser vivo.

    3- A função da sintetizaçao vital é manter a vida em seu pleno é mais perfeito funcionamento, produzindo defesas em células, modificando órgãos, etc.

    4- Quando seres mais fortes nascem é uma conseqüência da potencialidade vital já desenvolvida, da situação genética, de reprodução e gestação.

    5- A natureza não trabalha ao acaso, tudo é direcionado psiquicamente, se alguma coisa sai ao contrário não é conseqüência de sua produção.

    6- a célula pelo seu psíquico vital procura o melhor funcionamento biofísico e bioquímico.

    7- toda mudança que ocorre no ser vivo está relacionada com a potencialidade vital e a produção celular.

    8- a transcendência genética e principalmente na consangüinidade leva o ser a desenvolver mudanças rápidas e com característica marcantes, onde dedos poderão surgir em espécies, no caso em certas raças de cachorros, ou desaparecer em outras. Isto é confirmado na falta de um dedo nos macacos pregos, natural do Brasil.

    9- espécie com vários tipos diferentes e com reprodução constante entre parentes próximos, faz com que estes seres venham transcendentalmente a amputar ou aumentar partes do corpo, ou desenvolver formato variado na estrutura do corpo, no caso os macacos aranha ou mesmo os vários tipos de micos existentes no Brasil.

    10- A variação pela consangüinidade pode ser considerada em dois tipos.

    Seres com grande facilidade para a modificação pela consangüinidade, no caso macacos e cachorros, e seres com pouca facilidade para modificação pela consangüinidade, no caso seres humanos, por isto que os seres humanos não possuem vários tipos diferentes de seres em sua espécie.

    Observação. A condição dos cromossomos possui ação direta sobre as variações pela consangüinidade.

    11- a variação pela consangüinidade pode levar os seres a produzir descendentes mais fortes ou mais fracos. Isto depende da condição dos cromossomos.

    12- a condição vital, cromossômica, ribossômica, energética e celular produz a vida, seres e espécies.

    O MICRO E O MACRO.

    Logo a natureza não trabalha em função do macro, como espécies e meio ambiente, mas sim, no micro que são células e sua reprodução em função da vida. E sempre direcionado por poderes vitais.

    E o que determina a produção e a existência de ser vivo e todas as suas mudanças é o processo de produção celular. Onde a célula para o seu melhor funcionamento procura sempre um melhor funcionamento biofísico e bioquímico.

    Assim, o que há é um processo de produção de seres fracos e fortes. Onde o objetivo principal da natureza não é uma seleção natural.

    O OBJETIVO É A PRODUÇÃO DA VIDA.

    Mas sim, a vida das células e do ser, por isto que a vida produziu mecanismos de mudanças. As espécies e os indivíduos é uma conseqüência da produção da vida pelo psíquico biológico no direcionamento da sintetizaçao biofísica e bioquímica, produzindo a vitalidade.

    Os cromossomos e lisossomos é um exemplo desta funcionalidade de sintetizaçao de energia, pois o direcionamento da vida é a principal causa da vida e de mudanças em novos seres.

    MUDANÇAS E MELHORAMENTOS FAZEM PARTE DE POTENCIALIDADES VITAIS.

    Assim, temos o aprimoramento a partir do poder vital, potencialidades e da célula, onde ocorre a mudança e o aperfeiçoamento do funcionamento celular, que a vida procura o melhor funcionamento e as melhores formas de realizar suas funções.

    A vida é altamente e totalmente direcionada pelo psíquico vital, para a melhor sintetizaçao celular e realização da vida..

    Assim, o que vemos como mudança em estrutura e funções na formação e origem de ser vivo, na verdade a grande mudança ocorreu e está ocorrendo nas células do ser vivo.

    O que existe não é uma seleção natural onde espécies mais fortes sobrevivem, o que existe é sintetizaçao de energia e processos biofísicos e bioquímicos direcionados por poder psíquico vital, onde ocorre a essência da vida, e que por uma procura de um melhor aperfeiçoamento funcional destas sinterizações pode surgir novas espécies, tanto mais fortes, ou mais fracas.

    PORÉM A SINTETIZAÇAO CELULAR SEGUE ESTA ORDEM NA PRODUÇÃO DA VIDA.

    1- A vontade de produzir a vida, pelo psíquico biológico.

    2- A sintetização processual de energia bioquímica.

    3- A procura do melhor funcionamento, onde ocorre o aperfeiçoamento celular.

    4- A funcionalidade celular, órgãos funcionais, a reprodução celular e a reprodução de indivíduos.

    5- O ser e seus descendentes, pela reprodução, genética, e alimentação.

    6- A imunidade para o combate e proteção das células, órgãos, seres e permanência da vida.

    7- A vida é a dinâmica celular que se dá por sintetizaçao, ou seja, a célula tem por objetivo a funcionalidade bioquímica e física, que mantém a vida.

    8- A natureza celular do ser vivo é sintetizar energia e componentes químicos.

    9- Há uma procura e direcionamento sempre em direção do melhor funcionamento celular, e este direcionamento ocorre pelo psíquico biológico.

    10- Evoluir é uma conseqüência da potencialidade da vontade e aperfeiçoamento das funções celulares.

    11- Para haver a sintetizaçao de energia é preciso a funcionalidade dos órgãos vitais, que vão transportar e sintetizar energia até as células. O ser vivo é uma conseqüência de sintetizaçao celular.

    12- E as espécies surgem desta conseqüência da potencialidade e vontade psíquica vital e da sintetizaçao de energia, ou seja, a vida está direcionada para o seu perfeito direcionamento micro funcional, e não para que ocorram mudanças a partir de uma seleção natural.

    ASSIM TEMOS. PODER, POTENCIALIDADES, VONTADES, FACULDADES E SINTETIZAÇÃO.

    1- O PODER É INATO E SURGE ATRAVÉS DO CRIADOR.

    2- AS POTENCIALIDADES SÃO DESENVOLVIDAS PELO SER.

    3-AS VONTADES É O DIRECIONAMENTO E FUNCIONAMENTO QUE O SER ESCOLHE PARA SE MANTER VIVO.

    4-AS FACULDADES SÃO POTENCIALIDADE QUE O SER DESENVOLVE PARA O FUNCIONAMENTO DA VIDA, E QUE PODE SER USADO EM QUALQUER CONDIÇÃO OU MOMENTO QUE O MESMO POSSA NECESSITAR.

    5-A SINTETIZAÇÃO E PROCESSOS BIOQUÍMICOS E FÍSICOS TAMBÉM SÃO AGENTES NA FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO SER.

    A ESSÊNCIA DA VIDA NÃO É FORMAR ESPÉCIES, MAS SIM PRODUZIR E MANTER A PRÓPRIA VIDA.

    As células não evoluem por seleção natural, mas sim sempre estão em modificação para o seu melhor funcionamento, do contrário não desenvolveria poderes psíquico vital, imunológicos, e reprodutivos.

    Ou seja, o objetivo do funcionamento celular é produzir seres tanto fortes, como fracos independente do meio físico externo, porém a essência da vida é produzir a própria vida e não seres e espécies, seres e espécies é na verdade a estrutura onde está alojada e inserida a vida. No ser vivo, e produzir a micro vida – a vida celular.

    A natureza vital não está voltada para uma evolução. E a reprodução da mesma espécie ocorre milhares de vezes, e os seres considerados mais fracos possuem muito mais indivíduos na natureza do que os considerados os mais fortes.

    A essência da vida não está na competição, mutação, seleção natural, ou numa evolução, mas sim sintetizaçao de energia celular, melhoria funcional dos órgãos, imunidade, defesa, e reprodução direcionadas pelo psíquico orgânico.

    Tanto que o ser possui os cromossomos para garantir a vida uniforme do ser vivo, e só mudar numa necessidade.

    Assim, o que ocorre é que a célula com seus orgânulos realizando funções de sintetizaçao de energia em direção produção da vida, sendo direcionado pela mente da vida, ou psíquico vital.

    Onde as células procuram sempre o aperfeiçoamento para concretização e manutenção da vida celular, onde cria mecanismo em direção a vida, como reprodução, alimentação, canalização de alimentos, produção de energia e sintetização de oxigênio, eliminação de compostos maléficos ao funcionamento celular. E outras funções.

    Assim, a natureza vital tem como meta e conseqüência, seguindo uma cronologia, como.

    1- Sintetizar energia e produzir funções biofísicas e bioquímicas, e psíquico biológico.

    Observação. O oxigênio absorvido pela respiração é o principal agente de morte de células, mau funcionamento celular com conseqüência levando ao envelhecimento e a morte.

    2- Melhoria e aperfeiçoamento desta sintetização.

    3- Reprodução celular, recebimento de compostos e alimentos, eliminação de componentes não aproveitados pelo organismo.

    4- Funcionalidade dos órgãos.

    5- Produção genética, reprodução do ser vivo, e produção de defesas biofísicas, biológicas, bioquímicas, e imunológicas.

    6 – Órgãos de reprodução na produção de indivíduos.

    7 – manter-se suficiente para produzir a espécie viva com capacidade para reprodução suficiente até o ser encontrar em segurança existencial, antes de morrer. Ou seja, se reproduz antes de morrer.

    Isto também acontece com as células.

    Observação. A diminuição de produção de energia pelas células faz com que as mesmas diminuem todas as suas funções vitais, reprodutivas, hormonais, funcionais, etc.

    Fazendo com que as mesmas diminuem a sua capacidade reprodutiva e transcendental, ou seja, de aumentar a sua espécie e o seu conseqüente aprimoramento funcional e reprodução de novos seres.

    8- Espécies fracas e fortes em abundancia, e todas com capacidade de ser vegetariana, para não se alimentar de outro ser vivo.

    SOBRE A ORIGEM DA VIDA E A AÇÃO DO PODER DIVINO.

    A origem da vida está relacionada com o poder divino, pois a matéria não tem poderes e não seria possível de criar seres, com mente, poderes inconscientes, e criar um mecanismo tão complexo como temos na estrutura, funcionamento, dinâmica, proteção, manutenção e transporte da vida.

    E só um criador teria paciência suficiente para arquitetar a vida e todo o seu funcionamento, passando por fases de evolução e aperfeiçoamento, mesmo a vida sendo criada dentro do mar, e sendo criada de seres com funções botânicas e animais.

    POIS NO SER VIVO TEMOS, A VIDA, O PODER VITAL, A MENTE, A ALMA, E A VONTADE DE DEUS, SEM CONSIDERAR TODO FUNCIONAMENTO VIVO E PSÍQUICO QUE CONSTITUI O SER VITAL.

    A matéria não criaria a vida, o organismo vital com canais e veias, células e orgânulos celulares com funções vitais, que é tudo direcionado e arquitetado com funções em prol da vida, como também não criaria a mente, o psíquico biológico, e a alma.

    Vê-se que a vida é um processo lento de construção, que não foi feito num só dia, porém do jeito que foi desenvolvida, só pode ter sido por um arquiteto superior.

    Deus está presente em tudo, desde a construção do psíquico vital, a mente, a alma, as células como também a construção da matéria para que a mesma se posicione e se modifique na condição de juntamente com o psíquico vital e de estar em condições de processar a vida.

    A vida possui vontade própria, e esta vontade que dá ao ser vivo a capacidade de se adaptar, e se alto aperfeiçoar-se em direção a perfeição existencial e funcional.

    O acaso não construiria um intricado sistema de redes para a condução de sangue, alimento, oxigênio, e sintetização.

    Logo a vida não é obra do acaso, e nem é mecanicista.

    A NATUREZA DA VIDA EXIGE POR VONTADE PRÓPRIA CONDIÇÕES NOVAS DE VIDA.

    O primeiro ponto é que a espécie possui a capacidade de se adaptar, conforme a sua vontade psíquica biológica e a sua sintetizaçao celular.

    A potencialidade, capacidade, a vontade da vida é que faz o ser vivo mudar, e esta capacidade que é uma qualidade e uma faculdade do ser vital, ou seja, os seres possuem a capacidade do ser vital se adaptar e manter a vida.

    É a inteligência da vida na forma de vontade e capacidade que encontramos nas células e sua capacidade de sintetizaçao de energia e processos físico e químico, ou seja, como exemplo, uma raça não tenderá a se perpetuar se não houver um cruzamento fora do parentesco.

    A NATUREZA VITAL EXIGE O DESENVOLVIMENTO PELO CRUZAMENTO RACIAL

    Ou seja, a natureza poe um limite na procriação e se desenvolve melhor quando se mistura com outras raças, quando ocorre a miscigenação. Esta exigência está relacionada com a sintetização celular e trocas de cromossomos.

    Ou seja, a natureza possui limites, e ela não ocorre ao acaso, a natureza se devolve a partir de suas potencialidades e limites, e toda modificação é interna e funcional, na parte externa fica a aparência física e estrutural.

    Porém, tudo que ocorre na vida interna do ser vital não surge do acaso, ou de fatores ambientais. Mas sim, tudo que ocorre é a partir de potencialidades já desenvolvidas para a funcionalidade vital do ser vivo, e estas mudanças são interna, na forma e potencialidade de sintetizar energia, alimentos, oxigênio, e melhoria nos orgânulos celulares, assim, a natureza acompanha um cronograma já estabelecido, e se direciona por ele, logo nada ocorre ao acaso.

    Terceira parte.

    VITALOGISMO.

    A aparência externa é produto de uma grande mudança que ocorreu dentro do ser vivo, desde a sua funcionalidade, produção de energia, hormônios, metabolizações, órgãos, mente, etc.

    Logo, o ser não evolui, o ser é apenas a estrutura externa do que acontece pelo poder vital e as funções vitais e celulares. Logo, o que evolui é a vitalidade, e seres e espécies é apenas a forma externa do que acontece e aconteceu com o universo vital e de poderes vitais.

    Toda forma de vida está estabelecida por uma bioengenharia, uma biofísica, uma bioquímica, e transporte e sintetizaçao de energia.

    Logo, a matéria ou o acaso de uma simples evolução não construíria toda esta estrutura funcional, que é a vida, e toda mudança ocorre nos micros orgânulos celulares e suas funções para depois ocorre na parte externa.

    Antes de um ser vivo mudar de forma ele muda primeira toda sua sintetização e estrutura funcional celular. Logo, nada ocorre ao acaso, todo ocorre conforme a engenharia do Criador e do poder vital.

    A VONTADE DA VIDA.

    O ponto a ser tratado é a vontade da vida, ou seja, a vida possui vontade própria no seu direcionamento do seu funcionamento vital, é uma inteligência.

    E esta vontade própria que direciona o ser vivo para manter a vida, se adaptar, evoluir, e transmitir suas características genéticas aos seus descendentes, como também o direcionamento das funções dos orgânulos celulares.

    A vontade da vida está expressa não só na capacidade de se adaptar, como também a capacidade e potencialidade do ser vivo alterar o comando interno e para aperfeiçoar uma melhor transmissão aos descendentes.

    Ou capacidade para manter-se vivo com a reprodução, e vontade psicobiológica. Independente de condições externas, do ambiente.

    Que o ser possui como parte da sua natureza a capacidade de mudança, e muda mesmo o ambiente não mudando, pois mudar faz parte da sua natureza, comandado pelo psicovida e capacidade vital da célula.

    A vida , a reprodução, os indivíduos, as espécies são conseqüência da capacidade inata do ser vivo mudar, independente do meio ambiente.

    Ele procura manter-se vivo, com vontade psicovital, sintetização celular, psiquismo vital, e não materialização da vida. Como também a sintetização biofísica, bioquímica e evolução da matéria.

    A VIDA A PARTIR DA ENGENHARIA E OBRA DO CRIADOR.

    Não seria possível a matéria criar ao acaso, uma obra de engenharia tão complexa como a vida, os canais que formam uma estrutura física para levar alimentos e retornar componentes venosos.

    1- A natureza da vida está além da própria natureza e não faz parte do acaso, e a matéria não seria capaz de programar-se até chegar a constituir a vida. Pois é uma obra muito perfeita para o acaso chegar onde chegou.

    2- Vontade psíquico biológica é que direciona a vida, em todo seu funcionamento, e a matéria, a natureza ou o acaso não construíria um aparato que vai além da própria natureza estrutural e material. Pois a matéria não possui vontade e não pensa.

    3- Auto direcionamento – tudo ocorre com uma alto direção, inclusive alguma evoluçao, que ou modificação que venha a ocorrer, o organismo vai se modificando e se auto adaptando as mudanças, mudando a sua engenharia e a sintetizaçao biocelular.

    4- Evolução programada – toda mudança é lenta, e obedece uma PROGRAMAÇÃO ANTERIOR da própria vontade e estrutura funcional do ser vivo, no que tange a bioquímica e a biofísica.

    5- A mente do ser vivo, e a mente vital, do funcionamento da vida, pois da matéria bruta não seria possível se criar, se não houvesse algum poder supra natural.

    6- Evolução e estrutura química – vemos que a química que constitui a vida é diferente e precisa alimentar-se e sintetizar energia, logo a matéria por si mesma não seria possível de promover tamanha mudança para a constituição da química vital.

    7- Vitalidade – a vitalidade é um poder além da natureza , pois como vimos é uma engenharia programada para funcionar, e não ocorre ao acaso, e vai além da natureza da matéria e da própria mente, assim, é uma criação programada com o tempo, que só pode ser de um ser superior em poder e vontade – Deus.

    8-A natureza não trabalha em função de produzir espécies novas e mais resistentes, mas sim, trabalha em função de sintetizar energia celular, ou melhor, a natureza vital, as espécies, são produto e uma conseqüência de processos celulares e de sintetização de energia, onde ocorre processos biofísicos e bioquímicos. Regido por uma bioengenharia superior.

    9- As espécies não ocorrem ao acaso ou por seleção natural, por um direcionamento na melhoria funcional das células, e que daí começa a surgir formas variadas de vida, porém a essência de novas espécies está na bioengenharia e no direcionamento da vida, ou seja, o ser vivo e sua estrutura externa é uma conseqüência da vida interna do ser vivo e suas potencialidades inatas, e não de ambiente externo, ou seleção natural, onde os mais fortes sobrevivem.

    10A natureza da vida primeiro está voltada para o sistema de funcionamento celular, sintetização de energia, e mecanismos de manter-se vivo, para depois a reprodução e manutenção de espécie.

    Para isto que o ser vivo possui todo um complexo de organismos celulares e orgânico, que tem por função manter células e organismo biofísico, bioquímico e psíquico biológico, para depois os organismos reprodutivo, genéticos e sua funcionalidade, para manter a permanência da vida.

    Assim o ser vivo se processa em função de manter-se vivo, e toda mudança interna e externa é parte de potencialidades adquiridas e desenvolvidas no ser vivo, que ocorre na estrutura funcional e interna do ser vivo.

    AS MUDANÇAS OCORREM DE DENTRO PARA FORA, E NÃO POR SELEÇÃO NATURAL.

    O ser é uma conseqüência de todo este processo que ocorre anterior a ele e dentro dele.

    As espécies é o ultimo degrau desta escada, ou seja, é uma conseqüência de todos estes processos.

    Ou melhor, o ser vivo e espécie são apenas a estrutura externa do que está acontecendo e aconteceu na funcionalidade vital celular e produção da vida.

    Seres considerados mais fracos possuem seus órgãos reprodutivos com maior capacidade funcional, dando origem a maior número d

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