Paris, 05 de outubro de 2009. Noruega encabeça novamente a lista de países onde melhor se vive, enquanto que a Venezuela, no posto 58; China no 90 e França que ocupa o posto 8, são as nações que mais melhoraram em comparação com 2006.
Os dados sobre qualidade de vida, recolhidos pelo PNUD e referidos a 2007, situam a Austrália e Islândia no segundo e terceiro posto, enquanto que o Afeganistão e Sierra Leona antecedem a Níger na cola da classificação.
Níger é o pior lugar do planeta para viver, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) publicado esta segunda-feira por Nações Unidas, resenhou a agência espanhola EFE.
Por sua parte, Colômbia ocupa o posto 77 e Peru o 78 da lista.
“Apesar de ter conseguido melhoras significativas, os avanços foram díspares”, disse Jeni Klugman, diretora de estudo, Jeni Klugman que recolhe dados anteriores à crise econômica mundial.
“Muitos países sofreram retrocessos nos últimos decênios como resultado de depressões econômicas, crise relacionadas com conflitos e a epidemia do VIH e Sida; tudo isso inclusive antes que se fizessem sentir os efeitos da atual crise financeira mundial”, adicionou Klugman em um comunicado.
O estudo sobre a qualidade de vida, que o organismo internacional leva adiante há 20 anos, estuda diferentes variáveis do desenvolvimento humano como tendências demográficas, economia e desigualdade, assim como educação e saúde.
Por exemplo, a esperança de vida na Níger alcança os 50 anos de média, 30 menos que os noruegueses, que multiplicam por 85 cada dólar ganho pelos cidadãos do país africano.
Liechtenstein, ocupante do posto 19, o pequeno principado de 35.000 habitantes, 15 bancos e mais de cem companhias financeiras, desfrutam da renda percápita mais alta do mundo com 85.383 dólares.
O salário médio mais baixo, por sua parte, encontra-se na República Democrática do Congo, com 298 dólares anuais.
O relatório, apresentado em Bangkok pela Comissão Econômica e Social das Nações Unidas para Ásia-Pacífico, não inclui países como Somália, Zimbawe, Iraque, Coréia do Norte, Mônaco, San Marino, o Vaticano e várias nações insulares do Pacífico.
Fonte: Agencia Bolivariana de Noticias

































