jul 05 2010

Serra só é pai da Mentira

Categoria: Fascismo,José Serra,PolíticaSenhor_do_Servo @ 13:17

Serra, o que não criou o FAT, que não criou o Seguro-Desemprego, que não criou o programa de genéricos, que não criou o programa de combate a AIDS e que não foi premiado pela ONU, o que não é engenheiro e não é economista e foi ministreo do FHC, que não criou o plano Real. Me desculpem a maldade, mas pelo menos o pai da mentira parece que ele é…  Veja a matéria abaixo:

por Conceição Lemes do Viomundo

Há duas semanas foi ao ar o programa nacional do PSDB. José Serra, candidato tucano à Presidência da República, ocupou metade da apresentação, onde foi dito que ele criou o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e o seguro-desemprego.

O site de Serra insiste: Emenda de Serra criou o FAT e tirou o seguro o seguro-desemprego do papel.


Na Convenção Nacional do PTB, em 12 de junho, o próprio Serra alardeou em seu discurso:

Fui também o autor da emenda à Constituição brasileira que instituiu o que veio a ser o Fundo de Amparo ao Trabalhador, o FAT. O Fundo, hoje, é o maior do Brasil e é patrimônio dos trabalhadores brasileiros, e financia o BNDES, a expansão das empresas, as grandes obras, os cursos de qualificação profissional, o salário dos pescadores na época do defeso. Tudo isso vem do FAT. E tenho orgulho de ter iniciado esse processo.

Graças ao FAT, também, tiramos o seguro-desemprego do papel e demos a ele a amplitude que tem hoje. O seguro-desemprego dormia há mais de 40 anos nas gavetas. Existia na lei, mas pouco na prática. Conseguimos viabilizá-lo e ele já pagou mais de 50 milhões de benefícios na hora mais difícil de qualquer família e de qualquer trabalhador.

“Nem o FAT nem o seguro-desemprego são criações do Serra”, afirma o deputado federal Vicente Paulo da Silva (PT-SP), o Vicentinho, ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema e ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT). “Eu respeito o Serra, mas ele não pode usar a mentira como expediente para se promover e alavancar a sua candidatura, pois ele vai perder mais credibilidade.Ainda mais hoje em dia que, graças à internet, tudo é descoberto rapidamente.”

JORGE UEQUED É AUTOR DA LEI DO FAT; SARNEY CRIOU O SEGURO-DESEMPREGO

Vicentinho tem razão. O autor de projeto de lei (PL) que criou o FAT é o ex-deputado federal Jorge Uequed (PMDB-RS), considerado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – o Diap — um constituinte nota 10. O PL é o número 991, de 1988. Ele foi apresentado em 11 de outubro de 1988.

O projeto de Serra sobre o Fundo de Amparo ao Trabalhador foi apresentado sete meses depois: 5 de maio de 1989. Recebeu o número 2250/1989: www. camara. gov.br/internet/sileg/ Prop_Detalhe.asp?id=201454

Na sessão de 13 de dezembro de 1989, foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados devido à aprovação do projeto de Jorge Uequed.

O trâmite do projeto de Serra na Casa comprova que o candidato tucano à Presidência está faltando com a verdade em relação ao FAT.

Quanto ao seguro-desemprego, Serra reincide. Na campanha de 2002, o presidenciável tucano já havia trombeteado que criara o seguro-desemprego. A Frente Trabalhista, então integrada pelo PTB, PPS (hoje aliados de Serra) e PDT, contestou.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, publicada em 10 de agosto de 2002, o senador José Sarney (PMDB-AP) desmentiu Serra: “Não sei de onde ele tirou que criou o seguro-desemprego. O seguro foi criado no meu governo. Na época, ele [Serra] era secretário de Economia e Planejamento do governador Franco Montoro”.

Verdade. O seguro-desemprego foi criado em 1986, quando Sarney ocupava a Presidência da República. Foi instituído junto com o Plano Cruzado pelo decreto-lei nº 2.284, de 10 de março de 1986. Passou a ser concedido aos trabalhadores após a sua regulamentação, que ocorreu 40 dias depois, pelo decreto nº 92.608, de 30 de abril do mesmo ano.

“Se o Serra mente assim na campanha que dirá, depois, governando”, arremata Vicentinho. “Ainda bem que ele não vai ganhar.”

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jul 03 2010

Serra, o mentiroso, e a “Carta Social”

Categoria: José Serra,PolíticaSenhor_do_Servo @ 16:53

O documento ao lado é a famosa declaração que José Serra Chirico, então candidato ao governo do município de São Paulo, de que não deixaria _caso eleito_ a prefeitura de São Paulo para concorrer a outro cargo. Pois adivinhem o que José Serra Chirico fez? Deixou o cargo para concorrer a outro cargo eletivo (o governo do estado de São Paulo). Neste sentido, ao dizer que quer registrar sua “Carta Social”, José Serra Chirico pensa o que? Que somos idiotas? Que não sabemos que ele já mentiu uma vez nas mmesmas circunstâncias? Ah, não me faça rir, José Chirico Serra. Abaixo, uma peça de ficção, retirada  do Clipping de Notícias do Ministério do Planejamento.

Serra adia para terça lançamento de programa de governo para incluir assinatura de compromisso

O lançamento da prévia do plano de governo do presidenciável José Serra (PSDB) acontecerá na próxima terça-feira, em Curitiba, no mesmo ato em que o tucano assinará uma espécie de versão social da “Carta ao Povo Brasileiro”, divulgada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 – em que o petista se comprometeu com metas econômicas e a honrar contratos, num momento de crise nos mercados. Como antecipou O GLOBO, a carta reafirmará a paternidade do PSDB e conquistas tucanas na área social durante o governo Fernando Henrique Cardoso, e o compromisso com a continuidade e o aprofundamento dos avanços da atual gestão.

Inicialmente, o evento para a área social estava marcado para segunda-feira e não contemplava o anúncio sobre o programa de governo. Ontem, Serra pediu ao coordenador do programa de governo, Xico Graziano, que o ato fosse transferido para o dia seguinte para ser o evento de abertura da sua campanha. Segundo o calendário eleitoral, a campanha começa oficialmente na terça-feira. A decisão de lançar o esboço das suas propostas no mesmo evento também foi do candidato.

Esboço do programa de governo vai para o TSE

Antes do lançamento, a campanha de Serra enviará na segunda-feira à Justiça Eleitoral o documento com as diretrizes do programa de governo tucano. Segundo a equipe tucana, trata-se de um esboço do programa de governo, cuja versão final deve ser divulgada em agosto. Chamado de Diretrizes do Programa de Governo, o texto tem conteúdo mais conceitual e aborda princípios e fundamentos políticos e não um detalhamento das propostas.

A entrega do plano de governo à Justiça Eleitoral é uma novidade desta eleição. Conforme a lei 12.034, aprovada em 2009, os postulantes a cargos majoritários são obrigados a entregar um programa de governo no ato do pedido de registro de candidatura. O prazo para o requerimento termina segunda-feira.

Ontem, em Londrina, Serra justificou a escolha do Paraná para o lançamento do plano de governo pela relação afetiva com o estado.

- Vou me sentir em casa – disse, reforçando que tem “parceiros incríveis” no estado, referindo-se a Richa, ao candidato à vice-governador Flávio Arns e aos candidatos ao Senado Gustavo Fruet (PSDB) e Ricardo Barros (PP).

Ele afirmou que os curitibanos costumam resumir o comportamento da média nacional da população.

- Quando as empresas vão lançar algum produto no Brasil, lançam primeiro em Curitiba – explicou Serra.

O candidato tucano não entrou em detalhes sobre o conteúdo do plano de governo e o tom de sua campanha, mas ressaltou que não pretende ter “”duas caras”".

- Vou expor o que penso e participar dos debates. Quem não se expõe, não quer ser julgado – disse.

Diante da insistência dos jornalistas sobre o tema, ele justificou que não estaria em condições de comentar o plano de governo por causa da derrota da seleção brasileira.

- Estou triste, frustrado e chateado.

O tucano evitou polemizar sobre a conjuntura instalada no Estado após a escolha do deputado carioca Índio da Costa (DEM) em detrimento do paranaense Álvaro Dias à posição de candidato a vice-presidente.

– O Álvaro Dias teve um comportamento digno. Infelizmente havia determinado entendimento que se frustrou, mas não foi por culpa do Álvaro, nem minha, nem do DEM, nem de ninguém, foi outro tipo de problema. Álvaro se comportou muito dignamente e vai estar, sem dúvida, me ajudando na campanha – disse Serra.

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jul 01 2010

Você vota em quem rouba dinheiro de merenda?

Categoria: José Serra,PolíticaSenhor_do_Servo @ 10:47

Brizola Neto, do Tijolaço

Pedi a alguns colaboradores para examinar o relatório final da CPI da Merenda Escolar feita pela Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, que examinou o processo de compra de gêneros alimentícios em licitação coordenada pelo então secretário municipal de Administração, Índio da Costa, em 2005. A relatora da CPI foi a vereadora dos PSDB, Andrea Gouvêa Vieira.

O relatório é o exemplo de como não se administra a coisa pública. A licitação teve um processo viciado, foi dominada por um cartel, segundo a CPI com conhecimento do próprio Índio da Costa, e resultou em prejuízo para o Rio e alimentação de baixa qualidade para os estudantes da rede pública. Deve ser assim o tal choque de gestão que tanto apregoam.

A história é longa e vou tentar resumi-la nos principais pontos. Vamos ao trechos essenciais do relatório. E, para que não se duvide da veracidade, coloco um link para o fac-símile das páginas do documento de onde foram tiradas as citações.

A Prefeitura do Rio abriu concorrência para a compra dos gêneros da merenda escolar no valor estimado de R$ 80.999.921,24, que eram destinados às 1054 escolas e 203 creches do município. A Comissão Especial de Licitação foi instituída por ato de Índio da Costa.

No dia 21 de março de 2005, foram recebidos os envelopes com a documentação e as propostas de 15 empresas. Os envelopes com a documentação foram abertos e os envelopes com as propostas de preços foram guardados no cofre da Secretaria Municipal de Administração.

No dia 23 de março de 2005, antes de a Comissão de Licitação ter concluído a análise da documentação, a empresa Milano obteve vistas dos documentos de suas concorrentes. Em 30 de março de 2005, após a avaliação da documentação, 11 empresas  foram eliminadas, uma parcialmente habilitada e apenas três integralmente habilitadas: Milano, Frisa e Tavares.

Depois desse julgamento, outras empresas obtiveram vistas da documentação das concorrentes, o que a Milano já tinha feito anteriormente. Recebidos e julgados os recursos, apenas duas empresas permaneceram integralmente habilitadas para todos os grupamentos de alimentos, uma delas a Milano.

No dia 25 de abril de 2005, em horário diferente do consignado em ata, foi realizada a abertura dos envelopes de preços, que foram trazidos de andar diferente de onde tinham sido guardados. As propostas foram lidas e o resultado da licitação ficou para ser divulgado em momento oportuno. No dia 27 de abril foram anunciadas as vencedoras, com a Milano conquistando 76% dos segmentos (114 de um total de 150).

Após a divulgação do resultado, as quatro empresas que dividiriam 24% dos segmentos não vencidos pela Milano entraram com recurso administrativo para desistirem da licitação, alegando vícios de um processo que teria beneficiado a Milano. Uma dessas empresas noticiou supostas irregularidades na contratação da  Milano, alegando que o  balanço patrimonial dela não havia sido registrado e que ela participou da concorrência em associação com a Frigorífico Calombé, inscrita na dívida ativa do Município pelo não pagamento de multa por superfaturamento em contratos anteriores. A Comissão Especial de Licitação julgou improcedentes as acusações contra a Milano.

Com a saída de três empresas, a Milano assumiu essas posições e passou a deter 99% do fornecimento dos gêneros da merenda para a Prefeitura.

Em 12/07/2005 foi instaurado inquérito policial na Delegacia de Polícia Fazendária motivado por notícia-crime da existência de um cartel operando os contratos de fornecimento dos gêneros da merenda desde 1994. Foram citadas a Merkal Alimentos, o Frigorífico Calombé e a Comercial Milano.

Índio da Costa, então secretário municipal de Administração, foi convocado a depor em 3/10/2005, e o inquérito registra “que o depoente acredita que efetivamente tenha havido uma combinação entre os empresários e posteriormente um desentendimento”, quando perguntado sobre a denúncia de formação de cartel. (página 34)

Em ofício para a delegada titular Marta Cavaliére, Índio da Costa diz que “o fato de termos valores diferentes para gêneros iguais dá-se por conta dos custos de entrega em cada local (são mais de 1.300 locais de entrega em todo o município) e o histórico de participação dos concorrentes nas licitações dos últimos anos, cujos resultados sempre foram divulgados, conforme preceitua o princípio da publicidade.” (página 43)

A CPI contestou os argumentos de Índio da Costa. “O depósito da Milano e da Calombé, de onde partem as mercadorias para as escolas e creches, fica em local praticamente equidistante das escolas das 10 coordenadorias regionais de educação. A contradição sobre os preços fica ainda mais evidente quando na 10ª CRE, a mais  distante, os preços de alguns grupamentos foram menores que para escolas de locais mais próximos.” (página 41)

As justificativas do secretário Índio da Costa para a aceitação de preços diferentes por parte de um mesmo fornecedor mereceram os seguintes comentários:
a) “Não há nenhum tipo de relação entre os preços ofertados pela Milano  e a distância entre seu depósito e os locais das entregas.
b) “Se o histórico das licitações anteriores pôde, segundo o ex-secretário, antecipar informações estratégicas aos competidores, a Administração falhou por não ter evitado a repetição de um padrão que desaguaria, inevitavelmente, na frustração do caráter competitivo da licitação. Portanto, a licitação foi encaminhada de forma inconveniente, inoportuna e ineficiente, desfavorável à Administração e propícia à ocorrência de práticas concorrenciais desleais.”

Disse ainda a CPI que “a conduta astuciosa e maliciosa de qualquer licitante deve ser sempre afastada pela Administração. Porém, no caso em questão, tal não ocorreu. Não foi moral, nem eficiente, a contratação de uma mesma empresa que ofertou produtos idênticos por preços díspares.”

A CPI concluiu que a “a forma como foi conduzido o procedimento de licitação causou prejuízo para a Administração Municipal. Os objetivos traçados não foram alcançados, o modelo adotado foi equivocado e o grau de competitividade foi muito baixo.”

O objetivo da licitação era facilitar a participação de diferentes fornecedores, como açougues, padarias e armazéns, promovendo a participação de comerciantes locais. O  próprio Índio da Costa falava em até 396 vencedores.

A CPI concluiu que o resultado da licitação resultou num quadro diametralmente oposto. “Os 396 possíveis vencedores projetados pelo ex-secretário transformaram-se em apenas dois, sendo que um deles com 99% dos contratos”. (página 38)

Índio da Costa disse singelamente à CPI que “apesar da nossa vontade de que 396 empresas participassem da licitação, infelizmente apenas cerca de 30 retiraram o  Edital e cerca de 15 participaram depois, porém, várias delas não tinham instalações adequadas (…), portanto a metade do que a Milano ganhou não houve outro concorrente. Se não fosse a Milano…” (página 38)

O Tribunal de Contas do Município constatou coincidência de maiores descontos nas áreas onde havia concorrentes. Na maioria dos casos em que a Milano havia  cotado sozinha os preços eram mais altos. (página 40)

A CPI apontou que o secretário de Administração não deveria ter  homologado a licitação. “O ex-secretário deveria ter invalidado a  concorrência e realizado novo processo licitatório com novas regras que  impossibilitassem um resultado contrário ao próprio princípio  licitatório.”

Na licitação de 2006 de compra dos mesmos gêneros da merenda houve  economia de mais de 11 milhões para os cofres públicos em comparação  com a de 2005.

Em depoimento à CPI, ao falar dos descontos obtidos na compra de gêneros para a merenda escolar, Índio da Costa revelou toda a sua modéstia “…como Secretário de Administração fiz um brilhante trabalho…” Mas o seu sucessor, Wagner Siqueira, afirmou que “quando falamos em economia, é preciso que se faça uma separação fundamental entre preço e desconto. O desconto é apenas uma referência (…) se o preço estiver muito alto, o desconto muito alto não significa nada.”

Concluiu a CPI que “sobre a hipótese de formação de cartel, o ex-secretário Índio da Costa declarou-se convencido de que esse quadro se repetia há muitos anos, mas omitiu-se e sequer mandou abrir sindicância.”

Além dos problemas na licitação, a qualidade do fornecimento deixou muito a desejar. Cíntia Teixeira de Souza Silva, presidente do Conselho Municipal de Alimentação, disse o seguinte: “a carne bovina apresentando altas reclamações de muito sebo e o frango, um degelo acima de 10%. A quantidade de perda vai diminuir na porção das crianças.” (página 64)

A CPI não pode quebrar o sigilo fiscal e bancário dos principais atores do processo e não teve como identificar vantagens pessoais, remetendo seu relatório ao MPE e ao prefeito.

Aí está, para os denodados setores da imprensa que desejarem contar a história da CPI da merenda, todos os fatos e documentos necessários para escreverem a história. Se quiserem o original, mandem comprar o Diário Oficial, onde saiu publicado o relatório.

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jul 01 2010

Falso relator do Ficha Limpa será vice do falso pai dos Genéricos

Categoria: Fascismo,José Serra,PolíticaSenhor_do_Servo @ 10:33

Do “faltando Teclas”

Serra encontrou um vice como ele, Índio da Costa, que assume como exclusivamente dele a relatoria do Projeto Ficha Limpa. Como Serra fez com os Genéricos.

Na verdade o relator do Ficha Limpa é o deputado do PT-SP José Eduardo Cardozo. Amplamente coberto pela imprensa, Índio da Costa deve achar que só por estar presente em todas as coberturas jornalísticas, como papagaio de pirata apenas um dos relatores do texto inicial, poderia atribuir a si tal “título” de relator único do texto tal como foi apresentado.

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Ficha Limpa: relator na Câmara critica emenda feita no Senado

Portal Terra

O relator do Ficha Limpa na Câmara dos Deputados, José Eduardo Cardozo (PT-SP), criticou a emenda feita ao projeto no Senado. O Ficha Limpa foi aprovado na noite desta quarta-feira pelo Senado com uma emenda incluída de última hora, que provocou polêmica entre os parlamentares.

(…)

Relator do Ficha Limpa na Câmara diz que Senado foi “infeliz” ao alterar texto

portal R7

A alteração na redação do projeto de lei Ficha Limpa pelo Senado desagradou o relator do texto na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), que em entrevista ao R7 a classificou como “infeliz”. Ao aprovar a proposta, o Senado alterou um trecho do texto para que a lei seja aplicada aos “que forem condenados” e não aos que “tenham sido condenados” – o que gerou polêmica entre os defensores da lei.

(…)

Ficha Limpa: emenda é “trapalhada”, diz relator

José Eduardo Cardozo, deputado e relator do projeto na Câmara, critica a mudança feita pelo Senado
Ficha Limpa: emenda é “trapalhada”, diz relator

Mesmo após sua aprovação pelo Congresso Federal, uma mudança no texto do projeto da Lei da Ficha Limpa tem causado muita polêmica. No texto enviado pela Câmara dos Deputados, o projeto previa a inelegibilidade dos “que tenham sido condenados”.

O deputado José Eduardo Martins Cardozo (PT-SP), relator da Ficha Limpa na Câmara dos Deputados, falou a Anchieta Filho no Jornal da Manhã.

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jul 01 2010

Índio quer Merenda

Categoria: Biografia,PolíticaSenhor_do_Servo @ 09:48

D’ Os Amigos do Presidente:

Índio da Costa atuou como secretário de Administração da Prefeitura do Rio de Janeiro entre 2001 e 2006.

Entre as empresas fornecedoras de merenda escolar para a Prefeitura de São Paulo, apontadas pelo Ministério Público de São Paulo como formadoras de cartel e pagar propinas na Prefeitura de Serra e Kassab, está a Comercial Milano Brasil Ltda.
A empresa é velha conhecida da facção carioca dos DEMos, composta por César Maia, Rodrigo Maia e o deputado Índio da Costa, casado com Rafaella Cacciola, filha do ex banqueiro Salvatore Cacciola, preso dno Rio de Janeiro.
É alvo de inquérito na Delegacia Fazendária, e foi alvo de CPI na Câmara dos Vereadores carioca, em 2006, pelos mesmos motivos que está sendo denunciada em São Paulo.
Sob pressão, e para o escândalo não ganhar dimensões maiores, a prefeitura do Rio foi obrigada a fazer nova licitação, e, sem os vícios da anterior, gerou economia de R$ 11 milhões ao ano nos gastos com merenda.Além da sangria nos cofres públicos, frutas estragadas, carne bovina com excesso de sebo e frango com gelo acima do permitido também eram problemas comuns na merenda do carioca fornecida pela empresa.

A corrupção no Rio, em 2005, aconteceu quando o genro de Cacciola, Índio da Costa, era Secretário Municipal de Administração e responsável pela licitação, quando o prefeito era César Maia.

Segundo apurou o relatório da CPI, e agora é objeto de inquérito policial na Delegacia Fazendária, o esquema de fraude na licitação se procedeu da seguinte forma: o edital da licitação tinha entre as regras atrair um número expressivo de participantes. As empresas Milano e Ermar agiram em jogo combinado. A Ermar apresentou recursos de impugnação contra todos os concorrentes, exceto contra a Milano, deixando caminho livre.

Com isso, as regras do edital não foram atendidas, e o genro de Cacciola, Índio da Costa, deveria ter cancelado o processo e feito outra licitação. Mas ele fez o contrário, e a Milano foi vencedora da licitação, ficando com 99% do fornecimento de gêneros alimentícios para a merenda. O comportamento de Índio da Costa ainda levantou mais suspeitas ao insistir na contratação centralizada de fornecimento de merenda escolar quando, desde 2001, estudo da Controladoria Geral do Município (CGM) já recomendava a descentralização do sistema.
A evidência do prejuízo aos cofres públicos municipais, são os R$ 11 milhões a menos, quando houve a nova licitação, estendendo a participação a nove empresas fornecedoras de gêneros alimentícios.  Apesar de tudo isso, no ano de 2007, findo o contrato com a Milano, o sucessor de Índio da Costa na secretaria municipal de Administração, Wagner Siqueira, assinou despacho, publicado no Diário Oficial, em que afirma que a empresa “executou o contrato de forma satisfatória para o serviço público municipal (…), especialmente no que se refere a preço, qualidade e especificações“.

Parece até uma carta de apresentação de César Maia, para a empresa se qualificar em São Paulo.O resultado da licitação de São Paulo foi 15 de maio de 2007, bem depois do escândalo no Rio.Parece até caso de transferência de tecnologia em corrupção da gestão César Maia para a gestão Kassab.(Arquivo do blog de 2009)

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jun 20 2010

Folha: ainda dá para Ler?

Categoria: Mídia,PolíticaSenhor_do_Servo @ 09:02

Não dá mais para ler este pasquim sem ser conivente com o crime

A Folha de São Paulo passa, a cada dia e de maneira  sempre mais eficiente,  a impressão que desistiu de ser um grupo jornalístico para ser um grupo político, com aspirações a grupo criminoso. E não são poucos os “jornalistas” desta empresa que estão mais para capangas do que para repórteres.   O que ela faz com os leitores é, ou tratá-los como idiotas ou como cúmplices das mais vexatórias práticas de uma imprensa marrom que honra o papel que a Folha teve na ditadura, isto é, de servir aos interesses da Ditadura Militar. Leia as duas matérias abaixo e compreenda o porquê.

De Leonel Brizola Neto, do Tijolaço

A matéria da Folha de S. Paulo, hoje, sobre uma possível violação do vice-presidente do PSDB, leva, inevitavelmente a algumas perguntas simples de  fácil elucidação, para que essa história seja esclarecida ou desmontada.

1- Os dados se referem ao período em que Lina Vieira, publicamente uma inimiga de Dilma Rousseff, estava no comando da Receita Federal. Ela foi exonerada no dia 17 de julho de 2009 e, segundo a própria Folha, “no dia 12 de maio do ano passado, o relator do habeas corpus, desembargador Hilton Queiroz, oficiou a Receita para que não enviasse ao Ministério Público nenhuma informação de EJ protegida pelo sigilo fiscal.” Logo, não havia, depois desta data, qualquer justificativa legal para terem sido produzidos cópias de documentos que pudessem ser extraviadas, não é?

2-Os sistemas da Receita Federal só permitem o acesso a declarações de renda ou de bens mediante senha pessoal, que registra a data e a identidade de quem os consultou. Logo, é possível indicar qual ou quais pessoas tiveram acesso a elas. Porque isso não é levantado de imediato?

3-Investigações sobre renda e patrimônio de Eduardo Jorge não são propriamente novas. A mesma Folha de S.Paulo, em junho de 2001, portando em pleno Governo Fernando Henrique-José Serra, publicou informações sobre um dossiê do Governo FHC-Serra sobre EJ, reportagem da qual transcrevo um trecho, mas que está na íntegra aqui:

Um relatório sigiloso, que circulou entre autoridades do governo, afirma que há uma série de “divergências, atos nebulosos e falta de contabilização de dados relevantes” nas declarações de renda de Eduardo Jorge Caldas Pereira, ex-secretário-geral da Presidência da República.
O documento, preparado pela delegacia da Receita Federal em Brasília, relata cerca de oito meses de uma investigação iniciada em agosto de 2000, sobre a evolução patrimonial do ex-secretário depois de sua saída do governo.
É a primeira vez que se descobre um documento do próprio governo que coloca em dúvida os negócios particulares de EJ. Desde que ele começou a ser investigado, por possibilidade de enriquecimento ilícito, apenas procuradores federais e políticos de oposição tinham questionado a conduta do ex-secretário.

Existiu ou não tal dossiê tucano?

4-A Folha diz que as declarações de renda de Eduardo Jorge não estão no processo que contra ele tramita no Tribunal Regional Federal da 1a. Região. Mas em algum processo estão, porque é o próprio Eduardo Jorge, em carta ao jornal Correio Braziliense, publicada pelo site  Consultor Jurídico, em 3 de abril de 2009, quem diz que:

(…)o Ministério Público – que tem conhecimento profundo de minha situação financeira e patrimonial, já tendo mais de uma vez investigado tais fatos, acompanhado auditorias fiscais sobre meu IR e me “acusado” de ser milionário, instaurar inquérito para apurar fatos que sabia inconsistentes.

Ora, se como ele próprio afirma,  houve auditorias fiscais sobre o Imposto de Renda e estas foram acompanhadas pelo MP, é óbvio que houve a reprodução de suas declarações. Quando foram feitas e de que autoridade judicial partiu a ordem para que se as fizesse?

5 – Para produzir um alentado “dossiê” sobre Eduardo Jorge, não é preciso usar arapongas. É só entrar no site do Senado Federal, escolher o link do Sistema de Informações do Congresso, no meio da página, à direita, preencher seu nome completo – Eduardo Jorge Caldas Pereira – e imprimir dezenas de documentos, sobre as mais diversas investigações e denúncias que sobre ele se fez, a começar por um suposto envolvimento com as obras superfaturadas do TRT que levaram à prisão o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto. Por dever de justiça, registre-se que Eduardo Jorge até recebeu um bom dinheiro dos jornais por acusações não provadas.

É muito bom, porém, que estas acusações tenham surgido. É a oportunidade de esclarecer, tintim por tintim, toda esta história do “dossiê que ninguém vê”.

E de se mostrar quem está, de fato, fazendo armações.

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Por waldecy carlos dionisio, do Nassif:

“Conforme a Folha revelou na semana passada, os papéis integram um dossiê elaborado por um grupo de espionagem que começava a ser montado com o aval de uma ala da pré-campanha presidencial petista.”

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Meu caro Nassif, jornal que publica uma besteira como essa é porque já perdeu toda credibilidade e como veículo de informações!

A Folha literalmente acusa pessoas ligadas a pré-campanha de Dilma Rousseff, pelo vazamento de dados sigilosos das declarações de renda de EJ e suposto dossiê, sem apresentar nenhuma prova do que está dizendo!

O jornal afirma que existe um dossiê elaborado por “grupo de espionagem” que ameaçava ser montado. Ora, se ameaçava ser montado não havia nenhum grupo ainda, e se não havia grupo como a Folha sustenta que tinham o aval de uma ala da pré-campanha de Dilma.

Ou seja, a Folha pode ter criado mais um daqueles factóides para atacar Dilma Rousseff, como fizeram no caso da ficha do DOPS que não existia, o suposto vazamento das despesas de FHC e Dna. Ruth Cardoso na Presidência, e também no caso de Lina Vieira, quando por desespero acusaram Dilma de exibir aceleração nas investigações da família Sarney na Receita Federal.

O que Folha trata como matéria jornalística são acusações que deveriam ser encaminhadas aos órgãos responsáveis por investigações e providências legais, mas como não consegue provar nada daquilo publica, usa e abusa do sigilo da fonte (dispositivo constitucional) para fazer patrulhamento político-ideológico em benefício de partidos e aliados.

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jun 18 2010

Elio Gaspari mentiu e fez Dulce Maia virar Dilma Rousseff

Categoria: Fascismo,Mídia,SpamsSenhor_do_Servo @ 17:00

Dulce Maia, do Observatório da Imprensa, pelo Vermelho

Houve um tempo em que mentira tinha pernas curtas. Agora, a internet faz exercícios diários de alongamento da mendacidade. Nos últimos meses, uma torrencial campanha caluniosa circula pela rede mundial de computadores tomando por base artigo do jornalista Elio Gaspari, publicado originalmente nos jornais Folha de S.Paulo e O Globo em suas edições de 12 de março de 2008.

Quem tiver curiosidade de buscar na internet o número de vezes em que aparecem variantes da infame sentença “Agora a surpresa: adivinhem quem é Dulce Maia? Sim, ela mesma: Dilminha paz e amor! Esse é só mais um codinome da terrorista Estela/Dilma” – colada ao final do artigo de Gaspari – verá que estão hospedadas em mais de 500 páginas da rede (marca muito próxima à moda nazista de cunhar a verdade repetindo-se mil vezes uma mentira para torná-la veraz).

Ao contrário do que afirmam, Dulce Maia existe e resiste. Quem é Dulce Maia? Sou eu. Antes de mais nada, quero deixar claro que não me arrependo de nenhuma das opções políticas que fiz na vida, inclusive de ter participado da luta armada e da resistência à ditadura militar implantada em 1964. Eu me orgulho de ter sido companheira de luta de brasileiros dignos como Carlos Lamarca, Onofre Pinto, Diógenes de Oliveira e Aloysio Nunes Ferreira.

Sinal de descaso

Não pretendo polemizar com meus detratores, que ousaram decretar minha morte civil. Estes irão responder em juízo por seus atos. Não admito que queiram impor novos sofrimentos a quem já foi presa, torturada e banida do Brasil durante a ditadura. Lutarei com todas as minhas forças para garantir respeito à minha honra e à minha dignidade.

Gostaria apenas de fazer algumas reflexões sobre essa insidiosa campanha, alicerçada nos erros cometidos pelo jornalista Elio Gaspari ao tratar da ação contra o consulado norte-americano de São Paulo, em 1968. O articulista teve 40 anos para apurar a história. Falsamente me colocou como participante do episódio, sem nunca ter me procurado para checar a veracidade das informações de que dispunha. Tomou pelo valor de face peças do inquérito policial relativo ao atentado, como declaração extraída sob tortura do arquiteto e artista plástico Sérgio Ferro.

Se o articulista tivesse compulsado os arquivos do próprio jornal Folha de S.Paulo, facilmente encontraria entrevista de Sérgio Ferro (de quem também me orgulho de ser amiga há quase meio século). Conforme se lê no texto do repórter Mario Cesar Carvalho, publicado a 18 de maio de 1992, “Ferro assumiu pela primeira vez, em entrevista à Folha que ele, o arquiteto Rodrigo Lefrèvre (1938-1984) e uma terceira pessoa que ele prefere não identificar colocaram a bomba que explodiu à 1h15 do dia 19 de março de 1968 no consulado de São Paulo. Um estudante ficou ferido”.

A matéria de 1992 trazia ilustração com um imenso dedo indicador em riste (o famoso “dedo-duro” apontado sobre a cabeça de um homem e acompanhado do texto “terror e cultura”).

Gaspari tinha o dever ético de me procurar para verificar se seria eu essa terceira pessoa. Além de não fazê-lo, publicou que o atentado fora cometido por cinco pessoas ( entre as quais fui falsamente incluída). O mesmo cuidado deveriam ter tido os responsáveis pela matéria da Folha de S.Paulo de 14 de março de 2008, que repercutiu o artigo de Gaspari reafirmando as falsas acusações.

A esses erros elementares de apuração, deve se somar a relutância da Folha de S.Paulo em restabelecer a verdade. Em nenhum momento, o ombudsman do jornal veio a público para tratar do assunto. O pedido de desculpas de Gaspari foi mera formalidade, sem delicadeza alguma. Sinal mais evidente do descaso do jornal foi a demora na publicação de carta de Sérgio Ferro, onde refutava categoricamente que eu tivesse participado daquela ação armada. A carta só foi publicada dois dias depois de ser divulgada no blog do jornalista Luis Nassif.

Luz do sol

Processado, o jornal foi condenado em primeira instância à reparação por danos morais [ver sentença abaixo]. Imaginava que a ação judicial fosse um freio eficaz às aleivosias, particularmente depois da exemplar observação do juiz de Direito Fausto José Martins Seabra de que o jornal “não só extrapolou o direito de crítica, como olvidou o compromisso legal e ético com a verdade”.

No entanto, o artigo de Gaspari voltou a circular com o espantoso adendo de que Dulce Maia não existe e que este seria apenas um codinome de Dilma Rousseff. A utilização do artigo em plena campanha eleitoral mostra que setores da sociedade não têm qualquer apreço pela verdade como arma política. São pessoas que, muito provavelmente, apoiaram o golpe militar de 1964 e não apreciam o debate franco e aberto de ideias.

Chama atenção, também, o silêncio de Elio Gaspari sobre o uso indevido de seu texto. Nunca li qualquer manifestação do articulista refutando o uso de seu nome em páginas que emporcalham a internet com mentiras sobre minha pessoa.

O desrespeito é de duplo grau. Primeiro, pela reiterada circulação de informações falsas sobre o atentado ao consulado norte-americano (prática já condenada pela Justiça na sentença de primeira instância do juiz Martins Seabra). Em segundo lugar, e não menos importante, com a tentativa de me despersonalizar, como se Dulce Maia fosse apenas um codinome.

Depois dos desaparecimentos forçados praticados pela ditadura, que impôs a aniquilação física de adversários políticos, sequazes do regime militar querem impor a aniquilação moral em plena democracia. E o fazem da forma mais vil, espalhando mentiras pela internet.

Como estratégia política, não é novidade. Documentos do governo norte-americano revelam que a CIA apoiava o uso de boatos para desestabilizar o governo democrático de Salvador Allende. Vivi em Santiago e presenciei a onda de boatos que não atingiu seus objetivos eleitorais (Allende foi deposto pelo sangrento golpe militar de s etembro de 1973).

Trazer à luz do sol aqueles que usam a mentira como ferramenta política é uma tarefa urgente. Farei a minha parte, acionando judicialmente todos aqueles que atacam minha honra ao tentar tirar proveito político de grotescas caricaturas para atingir a imagem de seus adversários.

A sentença de primeira instância

583.00.2008.245007-8/000000-000 – nº ordem 146/2009 – Indenização (Ordinária) – DULCE MAIA X EMPRESA FOLHA DA MANHÃ S/A – Autos nº 583.00.2008.245007-8 21ª Vara Cível Central da Capital DULCE MAIA move AÇÃO INDENIZATÓRIA contra EMPRESA FOLHA DA MANHÃ S.A. Em 12 de março de 2008 o jornal Folha de São Paulo, editado pela ré, publicou artigo de Elio Gaspari sobre as indenizações pagas às vítimas do regime instaurado em 31 de março de 1964. No decorrer do texto, mencionou de modo inverídico que a autora participara de atentado a bomba no consulado norte-americano nesta Capital. Dois dias depois, outro artigo foi escrito pelo mesmo jornalista com a mesma notícia falsa, a qual lhe causou danos morais. Entende que a ré abusou de seu direito de informar, atingindo a honra e a imagem da requerente ao lhe atribuir a prática de um crime. Requer, po rtanto, o ressarcimento dos danos morais sofridos. A ré apresentou contestação a fls. 327/343. Negou ter cometido ato ilícito, pois exercera o direito de informar e criticar, assegurado constitucionalmente. Refutou a ocorrência de danos morais, pois a informação inexata foi corrigida e teceu considerações sobre eventual fixação da indenização. Réplica a fls. 351/359. É o relatório. Fundamento e decido. O feito comporta julgamento no estado (art. 330, I, do Código de Processo Civil), registrando-se que as provas pleiteadas pelos litigantes são absolutamente desnecessárias ao deslinde dos pontos controvertidos. Incontroverso nos autos que a autora pertenceu à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), grupo que tinha o objetivo de derrubar o regime instaurado em 31 de março de 1964 e implantar no Brasil, por meio da luta armada, uma democracia operária nos moldes marxistas e leninistas. É notório, ainda, que a ele e a outros grupos denominad os terroristas foram atribuídas ações violentas consistentes em roubos a bancos, seqüestros de autoridades e explosões em imóveis públicos e privados. A autora negou ter participado do atentado de 19 de março de 1968 ao consulado norte-americano nesta Capital e a ré reconheceu na contestação, em consonância com o pedido de desculpas de seu articulista Elio Gaspari, publicado posteriormente, que de fato essa informação não era verdadeira. O equívoco aconteceu e foi expressamente admitido por quem o cometeu, de modo que inexiste pertinência em apurar neste feito como a informação errada foi obtida. O que importa é saber se a ré apenas exerceu o seu direito de crítica e se a correção do erro tem o condão de elidir a responsabilidade civil pelos danos morais causados à autora, que são evidentes e dispensam prova, pois ocorreram in re ipsa. Ter o nome associado à prática de um crime do qual não participou é suficiente para sofrer sensações negativas de reprovação social, angústia, aflição e tantas outras que consubstanciam danos morais relevantes sob o aspecto jurídico e, portanto, indenizáveis. A ré sustenta que exerceu o direito de crítica assegurado pelo art. 27, VIII, da Lei de Imprensa. De fato, assim agiu ao tecer considerações e até mesmo juízos de valor sobre a discrepância entre as diversas indenizações pagas às vítimas do regime militar. Sucede, contudo, que a partir do momento em que afirmou a participação da autora no episódio relatado nos autos, não só extrapolou o direito de crítica, como olvidou o compromisso legal e ético com a verdade. Pouco importa que a autora tenha de fato pertencido a grupo ao qual foram atribuídas ações violentas nas décadas de 60 e 70. A notícia de que participou do atentado ao consulado norte-americano não era verdadeira e, assim, não pode prevalecer diante do direito à honra. Lembra Antonio Jeová Santos que “existe um consenso de que a imprensa assume o compromisso de informar não só o fato veridicamente, como também de explicá-lo em seu contexto, em sua verdadeira significação – a verdade acerca do fato – como recomendava a Comissão sobre a Liberdade de Imprensa dos EUA” (Dano moral indenizável. 2ª ed. São Paulo: Lejus, 1999, p. 325). A ré ainda argumenta que corrigiu o erro e, assim, não tem o dever de indenizar os danos morais sofridos pela autora. Sem a necessidade de digressões acerca da forma e do lapso temporal consumido até que a retificação da informação inexata fosse veiculada, o fato é que a correção da notícia, ainda que se desse no modo, no tempo e no lugar adequados e com o mesmo destaque da informação falsa, não afastaria o ressarcimento almejado. Impossível supor que todos os leitores da notícia inexata tenham também lido as erratas e os pedidos de desculpas do articulista. Além disso, “a publicação equivocada, por si só, dá margem à indenização. Eventual retificação a posteriori não faz desaparecer o ato ilícito praticado” (Enéas Costa Garcia. Responsabilidade civil dos meios de comunicação. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2002, p. 294). Resta, pois, fixar o valor da indenização. No arbitramento da indenização oriunda dos danos morais leva-se em consideração a natureza, a extensão e a repercussão da lesão, bem como a capacidade econômica dos envolvidos, de modo a compensar os prejuízos experimentados pela vítima sem que haja locupletamento e, de modo concomitante, punir o ofensor de modo adequado a fim de não transgrida novamente. No caso em foco não se pode esquecer que a notícia inexata foi produzida por jornalista bastante respeitado por substancial obra em quatro volumes sobre a história recente do país, o que lhe impunha maior responsabilidade na divulgação de informações sobre aquele período. Por outro lado, a ré não adotou a postura ar rogante de ignorar ou de tentar mascarar o seu erro, de modo que o valor indenizatório mínimo proposto com a petição inicial se mostra razoável e compatível com as peculiaridades vistas nestes autos e com os parâmetros acima apontados. Ante o exposto, JULGO PROCEDENTE a demanda para condenar a ré ao pagamento de R$ 18.000,00 à autora, com correção monetária desde esta data e juros de mora de 1% ao mês contados de maio de 2008, bem como a publicar no mesmo jornal em que a notícia inexata foi divulgada, o inteiro teor desta sentença. Pagará ainda a vencida as custas processuais e os honorários advocatícios da parte contrária, fixados em 10% sobre o valor da condenação. P.R.I. São Paulo, 17 de abril de 2009. Fausto José Martins Seabra Juiz de Direito FLS. 370: Custas atualizadas de preparo para eventual recurso no valor de R$ 364,16. ORD – RP – ADV MAURO ROSNER OAB/SP 107633 – ADV LUIS CARLOS MORO OAB/ SP 109315 – ADV TAIS BORJA GASPA RIAN OAB/SP 74182 – ADV MONICA FILGUEIRAS DA SILVA GALVAO OAB/SP 16537

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jun 13 2010

Serra fala, Lula faz

Categoria: PolíticaSenhor_do_Servo @ 11:02

O que cada governo fez pela diminuição da pobreza no país (o gráfico que a Folha escondeu)

Por Brizola Neto do Tijolaço:

Enquanto José Serra promete o que oito anos de governo tucano – do qual ele foi proeminente integrante e candidato escolhido por FH para continuar a sua “obra – não fizeram, o Governo Lula termina tendo para mostrar o que nenhum governo, desde Getúlio Vargas,  exibiu em termos de elevação dos direitos de nosso povo.

A própria Folha de S. Paulo o registra hoje, embora sua manchete se volte para o bla-blá-blá serrista (do qual falarei depois). A matéria de capa do caderno de economia registra os números da Fundação Getúlio Vargas afirmando que, no ritmo atual, o Brasil reduziria à metade o número de pessoas na pobreza. Não é verdade. Este número já vai atingir a metade , segundo as informações contidas na própria matéria, ao final do Governo Lula, pois a taxa atual de redução da pobreza, que o jornal registra até 2009, é reconhecidamente maior agora, com a arrancada da economia.

No gráfico da Folha, o período FHC/Serra toma chá de sumiço...

O jornal reconhece que , durante o Governo Lula, o número de pessoas com renda familiar per capita de até R$ 137 caiu de 50 para 29,9 milhões – 43% a menos – até 2009. Não é excesso de otimismo acreditar que este ano, com mais de 2 milhões de novos empregos e uma elevação expressiva do salário mínimo, não possa acontecer o mesmo com mais quatro milhões de brasileiros.

Mas o curioso da matéria é que ela analisa diversos períodos e “pula” os oito anos de governo de Fernando Henrique, que não aparece no gráfico do jornal, que reproduzo no post. Por que seria? Vou tentar conseguir os dados, para ver se corrijo esta enorme injustiça com o governo tucano, que segundo eles, “levantou o Brasil”.

Pois, afinal, não é das próprias regras da livre concorrência que eles próprios tanto defendem que o eleitor, como “consumidor”, tenha o direito de comparar os produtos?

Versão que eu fiz do gráfico da folha, com os anos FHC, que eles tentaram esconder

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jun 12 2010

Serra tem programa sim: f* o Brasil!

Categoria: José Serra,MídiaSenhor_do_Servo @ 19:34

Parece montagem, mas não é: Serra demonstra o quer quer fazer com o Brasil

A lenda dos sem-programa, na Carta Maior

Artur Araújo

A operação de marquetagem “Serra-continuador-de-Lula” vem tendo sucesso nas hostes jornalísticas. Ainda que nenhum dado de realidade possa lastrear essa crença – e ainda que sucessivas pesquisas mostrem que o eleitorado não vê o mundo assim – persistem, dizendo que as identidades seriam mais profundas que as contraposições. Uma expressão desse fetiche é falar que ao tucano falta um programa.

Que veículos de comunicação partidarizados assim procedam, é do jogo. Interessa-lhes dar guarida à linha de marketing de seu candidato e criar uma pauta que confunda os adversários. Assumir essa fábula como verdade, no entanto, pode desorientar muito.

São três os elementos que enviam a tese ao depósito dos erros políticos. O primeiro é uma avaliação realista do que foram e são as gestões de Serra em São Paulo (a municipal prossegue através de procurador). Geração contínua de reservas de caixa, aplicadas a juros amigos da banca, e estrangulamento financeiro e de gestão dos serviços públicos – educação, saúde, segurança, transportes – sintetizam o modo tucano de governar.

Muito emblemática foi a recusa de Serra e Kassab, ao longo de 2009, a pôr em prática qualquer ação de viés anticíclico. Às eficazes medidas do governo federal – injeção de liquidez, expansão do crédito via bancos públicos, desonerações tributárias emergenciais, estímulo explícito ao consumo das famílias – retrucaram com crítica contínua e inação continuada.

Um segundo indicador da existência do Programa Serra são as “análises” emitidas por seu entorno. Bastou o Brasil demonstrar o acerto da política de combate à crise proposta por Lula, que nos livrou do retrocesso econômico e social bem antes dos países capitalistas centrais, que a grita se estabeleceu.

Abundam artigos, palestras e entrevistas de “economistas” que narram o apocalipse às portas. Para eles, o Brasil tem “limitantes estruturais” de crescimento e a retomada do desenvolvimento é o caminho para a ruína. Um deles pontifica que, além do limite de crescimento do PIB à taxa de 3,5% ao ano, devemos aceitar que a taxa de desemprego não pode ser menor que 9%. Tudo além disso, em aumento de produção e consumo – ou aquém disso, como mais brasileiros dignamente empregados –, seria inflacionário e desestruturante. Passaram décadas a pregar o “livre” comércio e a desindustrialização do país, defendendo a abertura sem peias às importações e demonizando qualquer tentativa de políticas industriais. Agora são campeões do “equilíbrio das contas externas” e da “revisão do câmbio”.

Essa “turma dos com-programa” se recusa a tratar o aquecimento da economia com choque de oferta e com superação de gargalos – de infraestrutura e de formação de mão-de-obra especializada –, lançando mão da indução ou da ação direta do Estado. É a velha “turma dos 30%”, os que descobriram um jeitinho de ganhar muito dinheiro com a inclusão, no mercado e na sociedade, de apenas uma parcela dos brasileiros e de uma parte do território nacional. A eles, muito juro, zero risco e gordos honorários, por prestação de serviços aos EUA e à União Européia. Aos excluídos, nem as batatas. Talvez um “programa social focado”, que os mantenha dóceis como exército de reserva e espantalho de ameaça aos salários.

O terceiro elemento que nega a falta de programa – e qualquer identidade programática entre Serra e Dilma – é a trajetória internacional da social-democracia “clássica”. Há muito mais semelhanças – ideológicas, políticas, até mesmo estéticas – do que eventuais diferenças entre FHC e Serra, como querem fazer crer os marqueteiros do tucanato. E basta um rápido olhar em direção ao trabalhismo inglês, ou uma mirada de relance no que fizeram os socialistas franceses e espanhóis, desde a década de 1980, para que se compreenda o que é o PSDB.

Se ainda persistem dúvidas sobre a rendição dos social-democratas ao neoliberalismo, a leitura dos jornais as esclarece, dando conta do que pensa e pratica essa corrente. Fomentaram a desregulamentação dos mercados europeus, tentaram desmontar o “Estado de Bem Estar”, deram carta de alforria à alta finança, estimularam bolhas de crédito e imobiliárias. Quando a orgia de capital fictício ficou impotente, endividaram irresponsavelmente seus governos, para socializar os prejuízos da banca.

Assim que seus amigos de Wall Street e da City londrina colocaram em dúvida a solvência da Grécia, da Espanha, de Portugal, entre muitos outros, não hesitaram em descarregar a fatura no lombo dos trabalhadores: redução de salários, corte de benefícios, aumento do imposto sobre o consumo, redução de aposentadorias, diminuição de serviços públicos.

A estratégia do Serrinha Paz & Amor tem dado mostras de fadiga. Tensionado pelo insucesso e pela pressão contínua de seu entorno, o candidato testa limites e reorientações. Já andou desenterrando a ALCA; como Ms. Clinton, não gostou do Acordo de Teerã; parece que pretende invadir a Bolívia, para lá fazer o que sua polícia não fez em São Paulo. Nesses momentos afloram os traços do que Serra pensa e quer do Brasil.

O ruído entre o que prega a campanha e o que elucubra o candidato se faz ouvir e dá mostras do programa que se quer ocultar. É um programa de uma perna só – a mais completa e desabrida hegemonia das finanças e do capital a serviço do Império. Quase um saci. E, como o saci, também é uma lenda o Serra Sem-Programa.

(*) Artur Araújo é consultor especializado em gestão pública e empresarial

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jun 04 2010

O spam da gasolina e uma resposta

Categoria: Fascismo,José Serra,Política,SpamsSenhor_do_Servo @ 13:58

Recebi de uma amiga (que me enviou porque desconfiava do conteúdo),  o e-mail abaixo, e dei-lhe a resposta que se segue.

GASOLINA (GNV, DIESEL e ÁLCOOL)

Como poderemos baixar os preços???
NÃO DEIXE DE LER ..
Você lembra do Criança Esperança?
A UNICEF e a Rede Globo ‘abriram as pernas’…
Foi a força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO que DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito. Então continue a ler.
Não deixe de participar, mesmo que você HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no preço de custo e conseqüentemente repassados a você.

Você sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool. Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool. E que o Brasil vende nosso álcool para os paises vizinhos à R$0,35 o litro?

QUAL É A MÁGICA ??

Você sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos “quatro ventos” pelo LULA e sua Ministra DILMA… o Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva de petróleo do MUNDO.

Realmente, só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do DF) o litro, a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas “terras tupiniquins”.

CHEGA !!!

Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover alguma ação lícita, inteligente, ousada e emergencial.
Unindo todos em favor de um BEM COMUM !!!

Existia uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha: “NÃO COMPRE GASOLINA” em um certo dia da semana previamente combinado, que foi popular em abril ou maio passado.

Nos USA e Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelos próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam “prejudicando a si mesmos”, ao se recusarem a comprar gasolina. Além do que, se voce não compra gasolina hoje… vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio consumidor, que um problema para os vendedores.

MAS houve um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em “relações  de comércio e leis de mercado”, que pensou nesta idéia relatada abaixo e propôs um plano que realmente funciona.

Nós precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são “meia-dúzia”. Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós, os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!!
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz, na parte mais sensível do corpo humano: o BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!

MAS COMO ??!!

Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e não podemos deixar de comprar gasolina, gnv, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão forte a ponto dos preços dos combustíveis CAIREM, se todos juntos agirmos para

FORÇAR UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS.

É assim que o mercado age!!!

Isso é Lei de Mercado e Concorrência!!!

Aqui está a idéia:

Para os próximo meses (DEZEMBRO,JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO…) não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a PETROBRÁS (Postos BR).

Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.

Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc…) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias de mercado. Isso é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!

CHAMA-SE LEI DA OFERTA E DA PROCURA;

Mas, para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da
Petrobrás. É realmente simples de se fazer!!
Continue abastecendo e consumindo normalmente!! Basta escolher qualquer outro posto ao
invés de um BR (Petrobrás).  Porque a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e conseqüentemente com
maior poder sobre o mercado e os preços praticados.
Mas não vá recuar agora… Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de
pessoas!!
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos, dez pessoas a mais (30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez pessoas, (300 x 10 = 3.000), e assim por diante,
até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!

É UMA “PROGRESSÃO GEOMÉTRICA” QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!

Quanto tempo levaria a campanha?

Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se você repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR).

(fonte da ANP – Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)

Isto seria um impacto violento e de conseqüências invariavelmente conhecidas…
A BAIXA DOS PREÇOS

Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte.

PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS! ISTO REALMENTE FUNCIONA. VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!

O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!!

CHEGA DE SER CORDEIRINHOS DESSE BANDO DE POLITICOS CORRUPTOS

…………………………………………………………………………………………………………………

A MINHA RESPOSTA:

Prezados,

Este é mais um SPAM mentiroso da campanha do PSDB. O fato é que como o José Serra:
1) Mente sobre ser o autor da lei dos genéricos, conforme você pode ver aqui:
2) Mente sobre ser o autor do programa de combate a AIDS, como está provado aqui:
3) Mente sobre ser engenheiro e sobre ser economista, como você pode ver aqui:
4) Mente sobre ter orgulho de suas origens, mas esconde até o verdadeiro nome, aqui:
5) Mente ao dizer-se especialista em segurança, mas deixou São Paulo ser controlado pelo PCC, aqui:
6) Mente sobre estar preocupado com educação, enquanto faz isso aqui:
7) Mente sobre estar preocupado com saúde, enquanto faz isso aqui:
8 ) Mente sobre estar preocupado com as pessoas pobres, enquanto faz isso aqui:
9) Mente sobre estar preocupado com qualidade da administração pública, enquanto faz isso aqui:
10) Mente sobre querer uma campanha limpa, enquanto faz isso aqui:

Você sabe quem a Bíblia diz ser o pai da mentira, não sabe? Se se esqueceu, basta dar uma olhada nisso aqui.
Mas aí você pode me perguntar: Por que afinal, o Serra mente tanto?  Por que você recebeu este e-mail manipulador e mentiroso e provavelmente irá receber mais? Porque a mesma bíblia diz que a verdade liberta (leia aqui) e eles não podem se dar a este luxo. Afinal, o governo em que ele foi ministro por 8 anos quebrou o país 4 vezes, foi de joelhos ao FMI 3, terminou com um salário mínimo de 180 reais, com um dólar a quase 4 reais, com uma dívida externa de 240 bilhões de dólares e sem um centavo nos cofres para pagá-la, venderam a Vale pelo que ela lucra hoje em um trimestre, dilapidaram o patrimônio público.
A mentira é enfim, a única arma desta gente. Então fique atenta a ela.
Quer saber mais sobre o Serra e a mídia que o apoia? Procure no Google pelo Luís Nassif, o Viomundo e o Blog da Cidadania, por exemplo. Lá eles não tentarão te manipular ou te fazer de besta.  É só digitar no Google. Não tenha medo de ser tratado(a) com respeito e de ser livre. Vá atrás da verdade! Divulgue-a. Não custa nada,é só enviar este e-mail para seus contatos.

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