jun 18 2010

Elio Gaspari mentiu e fez Dulce Maia virar Dilma Rousseff

Categoria: Fascismo,Mídia,SpamsSenhor_do_Servo @ 17:00

Dulce Maia, do Observatório da Imprensa, pelo Vermelho

Houve um tempo em que mentira tinha pernas curtas. Agora, a internet faz exercícios diários de alongamento da mendacidade. Nos últimos meses, uma torrencial campanha caluniosa circula pela rede mundial de computadores tomando por base artigo do jornalista Elio Gaspari, publicado originalmente nos jornais Folha de S.Paulo e O Globo em suas edições de 12 de março de 2008.

Quem tiver curiosidade de buscar na internet o número de vezes em que aparecem variantes da infame sentença “Agora a surpresa: adivinhem quem é Dulce Maia? Sim, ela mesma: Dilminha paz e amor! Esse é só mais um codinome da terrorista Estela/Dilma” – colada ao final do artigo de Gaspari – verá que estão hospedadas em mais de 500 páginas da rede (marca muito próxima à moda nazista de cunhar a verdade repetindo-se mil vezes uma mentira para torná-la veraz).

Ao contrário do que afirmam, Dulce Maia existe e resiste. Quem é Dulce Maia? Sou eu. Antes de mais nada, quero deixar claro que não me arrependo de nenhuma das opções políticas que fiz na vida, inclusive de ter participado da luta armada e da resistência à ditadura militar implantada em 1964. Eu me orgulho de ter sido companheira de luta de brasileiros dignos como Carlos Lamarca, Onofre Pinto, Diógenes de Oliveira e Aloysio Nunes Ferreira.

Sinal de descaso

Não pretendo polemizar com meus detratores, que ousaram decretar minha morte civil. Estes irão responder em juízo por seus atos. Não admito que queiram impor novos sofrimentos a quem já foi presa, torturada e banida do Brasil durante a ditadura. Lutarei com todas as minhas forças para garantir respeito à minha honra e à minha dignidade.

Gostaria apenas de fazer algumas reflexões sobre essa insidiosa campanha, alicerçada nos erros cometidos pelo jornalista Elio Gaspari ao tratar da ação contra o consulado norte-americano de São Paulo, em 1968. O articulista teve 40 anos para apurar a história. Falsamente me colocou como participante do episódio, sem nunca ter me procurado para checar a veracidade das informações de que dispunha. Tomou pelo valor de face peças do inquérito policial relativo ao atentado, como declaração extraída sob tortura do arquiteto e artista plástico Sérgio Ferro.

Se o articulista tivesse compulsado os arquivos do próprio jornal Folha de S.Paulo, facilmente encontraria entrevista de Sérgio Ferro (de quem também me orgulho de ser amiga há quase meio século). Conforme se lê no texto do repórter Mario Cesar Carvalho, publicado a 18 de maio de 1992, “Ferro assumiu pela primeira vez, em entrevista à Folha que ele, o arquiteto Rodrigo Lefrèvre (1938-1984) e uma terceira pessoa que ele prefere não identificar colocaram a bomba que explodiu à 1h15 do dia 19 de março de 1968 no consulado de São Paulo. Um estudante ficou ferido”.

A matéria de 1992 trazia ilustração com um imenso dedo indicador em riste (o famoso “dedo-duro” apontado sobre a cabeça de um homem e acompanhado do texto “terror e cultura”).

Gaspari tinha o dever ético de me procurar para verificar se seria eu essa terceira pessoa. Além de não fazê-lo, publicou que o atentado fora cometido por cinco pessoas ( entre as quais fui falsamente incluída). O mesmo cuidado deveriam ter tido os responsáveis pela matéria da Folha de S.Paulo de 14 de março de 2008, que repercutiu o artigo de Gaspari reafirmando as falsas acusações.

A esses erros elementares de apuração, deve se somar a relutância da Folha de S.Paulo em restabelecer a verdade. Em nenhum momento, o ombudsman do jornal veio a público para tratar do assunto. O pedido de desculpas de Gaspari foi mera formalidade, sem delicadeza alguma. Sinal mais evidente do descaso do jornal foi a demora na publicação de carta de Sérgio Ferro, onde refutava categoricamente que eu tivesse participado daquela ação armada. A carta só foi publicada dois dias depois de ser divulgada no blog do jornalista Luis Nassif.

Luz do sol

Processado, o jornal foi condenado em primeira instância à reparação por danos morais [ver sentença abaixo]. Imaginava que a ação judicial fosse um freio eficaz às aleivosias, particularmente depois da exemplar observação do juiz de Direito Fausto José Martins Seabra de que o jornal “não só extrapolou o direito de crítica, como olvidou o compromisso legal e ético com a verdade”.

No entanto, o artigo de Gaspari voltou a circular com o espantoso adendo de que Dulce Maia não existe e que este seria apenas um codinome de Dilma Rousseff. A utilização do artigo em plena campanha eleitoral mostra que setores da sociedade não têm qualquer apreço pela verdade como arma política. São pessoas que, muito provavelmente, apoiaram o golpe militar de 1964 e não apreciam o debate franco e aberto de ideias.

Chama atenção, também, o silêncio de Elio Gaspari sobre o uso indevido de seu texto. Nunca li qualquer manifestação do articulista refutando o uso de seu nome em páginas que emporcalham a internet com mentiras sobre minha pessoa.

O desrespeito é de duplo grau. Primeiro, pela reiterada circulação de informações falsas sobre o atentado ao consulado norte-americano (prática já condenada pela Justiça na sentença de primeira instância do juiz Martins Seabra). Em segundo lugar, e não menos importante, com a tentativa de me despersonalizar, como se Dulce Maia fosse apenas um codinome.

Depois dos desaparecimentos forçados praticados pela ditadura, que impôs a aniquilação física de adversários políticos, sequazes do regime militar querem impor a aniquilação moral em plena democracia. E o fazem da forma mais vil, espalhando mentiras pela internet.

Como estratégia política, não é novidade. Documentos do governo norte-americano revelam que a CIA apoiava o uso de boatos para desestabilizar o governo democrático de Salvador Allende. Vivi em Santiago e presenciei a onda de boatos que não atingiu seus objetivos eleitorais (Allende foi deposto pelo sangrento golpe militar de s etembro de 1973).

Trazer à luz do sol aqueles que usam a mentira como ferramenta política é uma tarefa urgente. Farei a minha parte, acionando judicialmente todos aqueles que atacam minha honra ao tentar tirar proveito político de grotescas caricaturas para atingir a imagem de seus adversários.

A sentença de primeira instância

583.00.2008.245007-8/000000-000 – nº ordem 146/2009 – Indenização (Ordinária) – DULCE MAIA X EMPRESA FOLHA DA MANHÃ S/A – Autos nº 583.00.2008.245007-8 21ª Vara Cível Central da Capital DULCE MAIA move AÇÃO INDENIZATÓRIA contra EMPRESA FOLHA DA MANHÃ S.A. Em 12 de março de 2008 o jornal Folha de São Paulo, editado pela ré, publicou artigo de Elio Gaspari sobre as indenizações pagas às vítimas do regime instaurado em 31 de março de 1964. No decorrer do texto, mencionou de modo inverídico que a autora participara de atentado a bomba no consulado norte-americano nesta Capital. Dois dias depois, outro artigo foi escrito pelo mesmo jornalista com a mesma notícia falsa, a qual lhe causou danos morais. Entende que a ré abusou de seu direito de informar, atingindo a honra e a imagem da requerente ao lhe atribuir a prática de um crime. Requer, po rtanto, o ressarcimento dos danos morais sofridos. A ré apresentou contestação a fls. 327/343. Negou ter cometido ato ilícito, pois exercera o direito de informar e criticar, assegurado constitucionalmente. Refutou a ocorrência de danos morais, pois a informação inexata foi corrigida e teceu considerações sobre eventual fixação da indenização. Réplica a fls. 351/359. É o relatório. Fundamento e decido. O feito comporta julgamento no estado (art. 330, I, do Código de Processo Civil), registrando-se que as provas pleiteadas pelos litigantes são absolutamente desnecessárias ao deslinde dos pontos controvertidos. Incontroverso nos autos que a autora pertenceu à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), grupo que tinha o objetivo de derrubar o regime instaurado em 31 de março de 1964 e implantar no Brasil, por meio da luta armada, uma democracia operária nos moldes marxistas e leninistas. É notório, ainda, que a ele e a outros grupos denominad os terroristas foram atribuídas ações violentas consistentes em roubos a bancos, seqüestros de autoridades e explosões em imóveis públicos e privados. A autora negou ter participado do atentado de 19 de março de 1968 ao consulado norte-americano nesta Capital e a ré reconheceu na contestação, em consonância com o pedido de desculpas de seu articulista Elio Gaspari, publicado posteriormente, que de fato essa informação não era verdadeira. O equívoco aconteceu e foi expressamente admitido por quem o cometeu, de modo que inexiste pertinência em apurar neste feito como a informação errada foi obtida. O que importa é saber se a ré apenas exerceu o seu direito de crítica e se a correção do erro tem o condão de elidir a responsabilidade civil pelos danos morais causados à autora, que são evidentes e dispensam prova, pois ocorreram in re ipsa. Ter o nome associado à prática de um crime do qual não participou é suficiente para sofrer sensações negativas de reprovação social, angústia, aflição e tantas outras que consubstanciam danos morais relevantes sob o aspecto jurídico e, portanto, indenizáveis. A ré sustenta que exerceu o direito de crítica assegurado pelo art. 27, VIII, da Lei de Imprensa. De fato, assim agiu ao tecer considerações e até mesmo juízos de valor sobre a discrepância entre as diversas indenizações pagas às vítimas do regime militar. Sucede, contudo, que a partir do momento em que afirmou a participação da autora no episódio relatado nos autos, não só extrapolou o direito de crítica, como olvidou o compromisso legal e ético com a verdade. Pouco importa que a autora tenha de fato pertencido a grupo ao qual foram atribuídas ações violentas nas décadas de 60 e 70. A notícia de que participou do atentado ao consulado norte-americano não era verdadeira e, assim, não pode prevalecer diante do direito à honra. Lembra Antonio Jeová Santos que “existe um consenso de que a imprensa assume o compromisso de informar não só o fato veridicamente, como também de explicá-lo em seu contexto, em sua verdadeira significação – a verdade acerca do fato – como recomendava a Comissão sobre a Liberdade de Imprensa dos EUA” (Dano moral indenizável. 2ª ed. São Paulo: Lejus, 1999, p. 325). A ré ainda argumenta que corrigiu o erro e, assim, não tem o dever de indenizar os danos morais sofridos pela autora. Sem a necessidade de digressões acerca da forma e do lapso temporal consumido até que a retificação da informação inexata fosse veiculada, o fato é que a correção da notícia, ainda que se desse no modo, no tempo e no lugar adequados e com o mesmo destaque da informação falsa, não afastaria o ressarcimento almejado. Impossível supor que todos os leitores da notícia inexata tenham também lido as erratas e os pedidos de desculpas do articulista. Além disso, “a publicação equivocada, por si só, dá margem à indenização. Eventual retificação a posteriori não faz desaparecer o ato ilícito praticado” (Enéas Costa Garcia. Responsabilidade civil dos meios de comunicação. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2002, p. 294). Resta, pois, fixar o valor da indenização. No arbitramento da indenização oriunda dos danos morais leva-se em consideração a natureza, a extensão e a repercussão da lesão, bem como a capacidade econômica dos envolvidos, de modo a compensar os prejuízos experimentados pela vítima sem que haja locupletamento e, de modo concomitante, punir o ofensor de modo adequado a fim de não transgrida novamente. No caso em foco não se pode esquecer que a notícia inexata foi produzida por jornalista bastante respeitado por substancial obra em quatro volumes sobre a história recente do país, o que lhe impunha maior responsabilidade na divulgação de informações sobre aquele período. Por outro lado, a ré não adotou a postura ar rogante de ignorar ou de tentar mascarar o seu erro, de modo que o valor indenizatório mínimo proposto com a petição inicial se mostra razoável e compatível com as peculiaridades vistas nestes autos e com os parâmetros acima apontados. Ante o exposto, JULGO PROCEDENTE a demanda para condenar a ré ao pagamento de R$ 18.000,00 à autora, com correção monetária desde esta data e juros de mora de 1% ao mês contados de maio de 2008, bem como a publicar no mesmo jornal em que a notícia inexata foi divulgada, o inteiro teor desta sentença. Pagará ainda a vencida as custas processuais e os honorários advocatícios da parte contrária, fixados em 10% sobre o valor da condenação. P.R.I. São Paulo, 17 de abril de 2009. Fausto José Martins Seabra Juiz de Direito FLS. 370: Custas atualizadas de preparo para eventual recurso no valor de R$ 364,16. ORD – RP – ADV MAURO ROSNER OAB/SP 107633 – ADV LUIS CARLOS MORO OAB/ SP 109315 – ADV TAIS BORJA GASPA RIAN OAB/SP 74182 – ADV MONICA FILGUEIRAS DA SILVA GALVAO OAB/SP 16537

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jun 04 2010

O spam da gasolina e uma resposta

Categoria: Fascismo,José Serra,Política,SpamsSenhor_do_Servo @ 13:58

Recebi de uma amiga (que me enviou porque desconfiava do conteúdo),  o e-mail abaixo, e dei-lhe a resposta que se segue.

GASOLINA (GNV, DIESEL e ÁLCOOL)

Como poderemos baixar os preços???
NÃO DEIXE DE LER ..
Você lembra do Criança Esperança?
A UNICEF e a Rede Globo ‘abriram as pernas’…
Foi a força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO que DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito. Então continue a ler.
Não deixe de participar, mesmo que você HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no preço de custo e conseqüentemente repassados a você.

Você sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool. Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool. E que o Brasil vende nosso álcool para os paises vizinhos à R$0,35 o litro?

QUAL É A MÁGICA ??

Você sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos “quatro ventos” pelo LULA e sua Ministra DILMA… o Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva de petróleo do MUNDO.

Realmente, só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do DF) o litro, a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas “terras tupiniquins”.

CHEGA !!!

Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover alguma ação lícita, inteligente, ousada e emergencial.
Unindo todos em favor de um BEM COMUM !!!

Existia uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha: “NÃO COMPRE GASOLINA” em um certo dia da semana previamente combinado, que foi popular em abril ou maio passado.

Nos USA e Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelos próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam “prejudicando a si mesmos”, ao se recusarem a comprar gasolina. Além do que, se voce não compra gasolina hoje… vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio consumidor, que um problema para os vendedores.

MAS houve um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em “relações  de comércio e leis de mercado”, que pensou nesta idéia relatada abaixo e propôs um plano que realmente funciona.

Nós precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são “meia-dúzia”. Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós, os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!!
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz, na parte mais sensível do corpo humano: o BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!

MAS COMO ??!!

Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e não podemos deixar de comprar gasolina, gnv, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão forte a ponto dos preços dos combustíveis CAIREM, se todos juntos agirmos para

FORÇAR UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS.

É assim que o mercado age!!!

Isso é Lei de Mercado e Concorrência!!!

Aqui está a idéia:

Para os próximo meses (DEZEMBRO,JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO…) não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a PETROBRÁS (Postos BR).

Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.

Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc…) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias de mercado. Isso é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!

CHAMA-SE LEI DA OFERTA E DA PROCURA;

Mas, para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da
Petrobrás. É realmente simples de se fazer!!
Continue abastecendo e consumindo normalmente!! Basta escolher qualquer outro posto ao
invés de um BR (Petrobrás).  Porque a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e conseqüentemente com
maior poder sobre o mercado e os preços praticados.
Mas não vá recuar agora… Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de
pessoas!!
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos, dez pessoas a mais (30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez pessoas, (300 x 10 = 3.000), e assim por diante,
até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!

É UMA “PROGRESSÃO GEOMÉTRICA” QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!

Quanto tempo levaria a campanha?

Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se você repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR).

(fonte da ANP – Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)

Isto seria um impacto violento e de conseqüências invariavelmente conhecidas…
A BAIXA DOS PREÇOS

Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte.

PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS! ISTO REALMENTE FUNCIONA. VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!

O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!!

CHEGA DE SER CORDEIRINHOS DESSE BANDO DE POLITICOS CORRUPTOS

…………………………………………………………………………………………………………………

A MINHA RESPOSTA:

Prezados,

Este é mais um SPAM mentiroso da campanha do PSDB. O fato é que como o José Serra:
1) Mente sobre ser o autor da lei dos genéricos, conforme você pode ver aqui:
2) Mente sobre ser o autor do programa de combate a AIDS, como está provado aqui:
3) Mente sobre ser engenheiro e sobre ser economista, como você pode ver aqui:
4) Mente sobre ter orgulho de suas origens, mas esconde até o verdadeiro nome, aqui:
5) Mente ao dizer-se especialista em segurança, mas deixou São Paulo ser controlado pelo PCC, aqui:
6) Mente sobre estar preocupado com educação, enquanto faz isso aqui:
7) Mente sobre estar preocupado com saúde, enquanto faz isso aqui:
8 ) Mente sobre estar preocupado com as pessoas pobres, enquanto faz isso aqui:
9) Mente sobre estar preocupado com qualidade da administração pública, enquanto faz isso aqui:
10) Mente sobre querer uma campanha limpa, enquanto faz isso aqui:

Você sabe quem a Bíblia diz ser o pai da mentira, não sabe? Se se esqueceu, basta dar uma olhada nisso aqui.
Mas aí você pode me perguntar: Por que afinal, o Serra mente tanto?  Por que você recebeu este e-mail manipulador e mentiroso e provavelmente irá receber mais? Porque a mesma bíblia diz que a verdade liberta (leia aqui) e eles não podem se dar a este luxo. Afinal, o governo em que ele foi ministro por 8 anos quebrou o país 4 vezes, foi de joelhos ao FMI 3, terminou com um salário mínimo de 180 reais, com um dólar a quase 4 reais, com uma dívida externa de 240 bilhões de dólares e sem um centavo nos cofres para pagá-la, venderam a Vale pelo que ela lucra hoje em um trimestre, dilapidaram o patrimônio público.
A mentira é enfim, a única arma desta gente. Então fique atenta a ela.
Quer saber mais sobre o Serra e a mídia que o apoia? Procure no Google pelo Luís Nassif, o Viomundo e o Blog da Cidadania, por exemplo. Lá eles não tentarão te manipular ou te fazer de besta.  É só digitar no Google. Não tenha medo de ser tratado(a) com respeito e de ser livre. Vá atrás da verdade! Divulgue-a. Não custa nada,é só enviar este e-mail para seus contatos.

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mai 18 2010

Folha e Serra amassam a lama

Categoria: Fascismo,José Serra,Mídia,PolíticaSenhor_do_Servo @ 18:38
Disso aqui pode sair uma outra ficha falsa da Dilma

O Conversa Afiada reproduz texto do Blog Amigos do Presidente

terça-feira, 18 de maio de 2010

Exclusivo: Datafolha indica que campanha de Serra prepara dossiê da ditadura contra Dilma

Em primeira mão no blog Os Amigos do Presidente Lula em 18/05/2010 às 01:20hs

A pesquisa DataFolha, protocolo no TSE 12044/2010, registrada na segunda-feira, dia 17, traz no questionário duas perguntas que apontam para a estratégia de baixaria de campanha de José Serra (PSDB/SP).

A indicação é de que campanha do demo-tucano cogita centrar a campanha na baixaria das fichas falsas que circularam no submundo da internet e na Folha de São Paulo, trazendo o assunto para o centro da campanha em forma “dossiês”. Obviamente deturpando, com a intenção de desconstruir a imagem de Dilma Rousseff, querendo tripudiar com sua condição de ex-torturada quando era presa política, e querendo, para atingi-la, criminalizar guerrilheiros, que agiram como soldados de exércitos rebeldes, e entraram em combate contra autoridades e forças policiais, militares e paramilitares da ditadura, nos anos de chumbo.

Eis as perguntas:

Caso não consiga ler a figura, as perguntas do Datafolha são:

P.23 Você diria que é a favor ou contra a punição de pessoas que torturaram presos políticos durante a ditadura?

P.24 Você é a favor ou contra a punição de pessoas que praticaram atos terroristas contra o governo durante a ditadura?

Por mais que os donos do Grupo Folha tenham relações afetivas, amorosas e saudosistas com a ditadura, a qual já chamaram carinhosamente de “ditabranda”, não faz qualquer sentido incluir estas duas perguntas acima, na forma de pesquisa qualitativa, se não estiverem pensando em explorar o tema. E por trás disso só pode ser coisa da campanha demo-tucana que, inclusive, já fez um teste prévio, na própria Folha, quando publicou a ficha falsa, para ver a repercussão que dava.

Fica claro nesta pesquisa, que estão estudando como a população seria receptiva ou não à baixaria. Se avaliarem que o “custo/benefício” eleitoral compensa, irão mandar às favas todos os escrúpulos e executar o plano de baixaria. Basta que Serra se sinta ameaçado nas pesquisas, o que já está acontecendo.

A pesquisa (não o “dossiê”) provavelmente será publicada no próximo fim de semana, pela data de registro.

Perguntas para cruzamento de dados:

O que reforça a desconfiança, ou melhor a quase certeza, de que essas perguntas qualitativas só podem ter sido encomendadas pela campanha de José Serra, são as perguntas que antecedem (Perguntas 21 e 22):

Isso não é coisa de marqueteiro para uso em uma campanha séria e limpa. Está totalmente fora do interesse para definir qualquer estratégia de campanha que tenha efeito eleitoral, no Brasil, saber se o eleitor se considera de esquerda ou de direita, e ainda como ele classifica cada candidato. Principalmente porque há pergunta no próprio questionário sobre partido preferido, que é mais objetiva e precisa.

Ser ou não ser? Eis a questão…

Se não fossem as perguntas que seguiram sobre tortura e “atos terroristas”, seria de se pensar que estas perguntas sobre esquerda/direita eram prescrição do psicanalista de José Serra (PSDB/SP), e o demo-tucano estaria em crise existencial. Ele estaria querendo saber se o eleitorado o vê de esquerda, como ele tentou se declarar.

Mas com o encadeamento das perguntas seguintes, passam a fazer sentido lógico, para fazer o cruzamento do que pensam as pessoas que se definem de esquerda ou direita, sobre os acontecimentos da ditadura, e sobre como vêem Serra, para analisar o custo/benefício em termos de perdas e ganhos de votos, ao mandar às favas todos os escrúpulos, e forjar dossiês da ditadura.

A íntegra do questionário pode ser consultada aqui ou no TSE (protocolo 12044/2010).

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mai 18 2010

Somos soberanos, livres e independentes!

O pariotismo tucano

Corvos, urubus, tucanos, todos torcendo contra uma negociação pacífica do conflito em torno do Irã, porque é Lula quem conduziu essas negociações, o que fortaleceria ainda mais sua imagem. Enquanto que um eventual fracasso, mesmo que levasse a um novo conflito bélico de proporções, contanto que pudesse ser explorado internamente em termos eleitorais, favoreceria a oposição, nos seus mesquinhos e desesperados cálculos eleitorais.

Não importa o destino do Oriente Médio, do mundo, contanto que Serra possa ter alguma esperança de se eleger. Eleger um candidato que disse que o Mercosul é uma “farsa”, que o Brasil fez “uma trapalhada” em Honduras, que o ingresso da Venezuela no Mercosul era “uma insensatez”, que “não convidaria o primeiro ministro do Irã para vir ao Brasil, nem iria ao Irã”.

Dane-se a paz no mundo, contanto que a candidata de Lula não siga sua curva ascendente, que a faz superar a seu candidato na pesquisa do Vox Populi. Dane-se a paz no Oriente Médio, contanto que se possa consignar alguma “gafe” de Lula na viagem ao Irã. Dane-se o mundo, contanto que os interesses da direita brasileira sejam preservados.

Essa visão estreita, provinciana, se choca abertamente com a importância do acordo conseguido e com suas repercussões internacionais. Ainda mais porque contradiz o ceticismo do governo norteamericano – Hillary mencionou o tamanho da montanha que Lula teria que escalar para conseguir o acordo e dos porta-vozes da militarização dos conflitos em escala mundial. Onde outros fracassaram ou apostaram que nem valia a pena buscar negociações, o Brasil triunfou.

O Brasil soube buscar aliados – Rússia, China, Turquia, França – para abrir um espaço de negociação política, que se revelou possível e correto. A posição brasileira de que os EUA – e outras potências – possuindo imensos arsenais nucleares, não tinham moral para buscar acordos que limitem a disseminação de armamento nuclear, abre caminho para outras iniciativas de paz.

Em Israel e na Palestina, Lula deixou claro que os EUA não são o bom negociador para a paz na região, tanto porque são parte integrante do conflito, ao definir a Israel como seu aliado estratégico, como porque fracassou ao longo do tempo, sem que se tenha obtido a concretização do acordo da ONU de garantir a existência de um Estado palestino nas mesmas condições do Estado israelense.

Faltava que a candidatura de Lula fosse lançada ao Prêmio Nobel da Paz, para que uma imensa grita se estendesse por aqui, para que esse merecido reconhecimento internacional não projetasse de vez o Brasil como um novo sujeito em negociações de paz, projetando-nos como país que contribui efetivamente para sairmos de um mundo unipolar, sob hegemonia imperial de uma única super potência e para a criação de um mundo multipolar.

Devemos sentir-nos orgulhosos da diplomacia brasileira e da política internacional do Brasil, da atuação de Lula e de Celso Amorim.
Devemos lutar ainda mais para consolidar essas diretrizes da política exterior brasileira e contribuir para que ela não apenas prossiga, mas se estenda e ajude ainda mais a construir um mundo em que os conflitos não sejam mais objeto de intervenções militares, mas de negociações políticas, pacíficas, que respeitem o direito de todos, especialmente dos que, até aqui, foram oprimidos pelas potências que concentram os maiores arsenais do mundo e pretendem perpetuar seu domínio sobre uma ordem mundial injusta.

Por Emir Sader às 04:03, na Carta Maior

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mai 16 2010

Sem voto, a direita pensa em golpe

Categoria: Fascismo,José Serra,Mídia,PolíticaSenhor_do_Servo @ 09:55

Eduardo Guimarães, do Cidadania.Com

Instado por um leitor, fui ler post do deputado Brizola Neto em seu blog em que, com todo o conhecimento de causa de um parlamentar, vê risco de a oposição tucano-pefelê e essa quadrilha de bandidos que controla veículos de comunicação de história golpista como o jornal O Estado de São Paulo, buscarem alternativa não eleitoral para eleger José Serra.

É por falta de voto que a direita brasileira começa a flertar com o golpismo, como sempre foi neste país. E a Justiça Eleitoral, de acordo com o deputado pedetista e com a matéria do jornal paulista, estaria disposta a embarcar na mais nova aventura golpista da famigerada direita brasileira.

Caso seja verdade o que diz a matéria desse jornal calhorda, é muito grave a mera cogitação de impedir Dilma de disputar a eleição.

Que tem havido excessos nas pré-campanhas eleitorais de todos os candidatos, de todos os partidos e em todos os níveis em relação à lei esdrúxula que, a poucos meses da eleição, obriga a classe política a fingir que não haverá eleição, disso não resta a menor dúvida. Contudo, o fato de o PT estar cochilando ao não bater às portas da Justiça para reclamar que o PSDB faz exatamente a mesma coisa, não quer dizer que só a campanha de Dilma está em campo.

O Estadão prega a inelegibilidade de Dilma por conta dos programas eleitorais na tevê e no rádio de que ela participou recentemente. Isso porque, nas urnas, essa direita meliante que infesta o Brasil sabe que não vencerá a eleição.

A direita perdeu sua mais eficaz arma de fraude eleitoral com a representação do Movimento dos Sem Mídia, ou seja, a fraude em pesquisas, arma que tentaria induzir o eleitorado a votar em um José Serra falsamente colocado na dianteira. Então começa a se desesperar e a cogitar saídas golpistas, como sempre fez.

Pois aqui vai um aviso ao Estadão, à Globo, à Folha, à Veja e aos políticos que controlam esses veículos: NÃO TENTEM!!

A menos que os militares estejam dispostos a dar novo golpe de Estado, isolando o Brasil da comunidade internacional e destruindo todas as magníficas conquistas logradas pelo país depois da catástrofe tucana de oito anos no governo federal, os movimentos sociais, os sindicatos e, sobretudo, os cidadãos comuns de todas as partes do país sairão às ruas em defesa da democracia.

Querem multar, suprimir programas institucionais só de um dos lados na tevê e no rádio apesar de que o outro lado faz a mesma coisa? Enquanto o PT continuar dormindo no ponto, podem fazer, pois, apesar de o outro lado fazer a mesma coisa, estarão dentro da lei. Mas, no tapetão, vocês, canalhas reacionários e golpistas, não elegerão Serra.

Estou absolutamente certo de que não falo só por mim. O povo brasileiro não aceitará nada menos do que uma disputa legítima entre Serra, Dilma, Marina e quem mais se candidatar. Se tentarem impedir essa disputa por conta de o candidato da elite apodrecida não ter votos fora de São Paulo, abrirão as portas do inferno. Podem acreditar.

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mai 15 2010

Tucanos paulistas envolvidos em escândalo

Categoria: CulturaSenhor_do_Servo @ 17:18

Luís Nassif Online

Da Época : Brasil – NOTÍCIAS – Ecos do buraco tucano

Ecos do buraco tucano
No material apreendido na Operação Castelo de Areia, a PF diz ter encontrado indícios de propinas a funcionários dos governos do PSDB em São Paulo
Wálter Nunes
Mastrangelo Reino

SUSPEITA

A obra de extensão do Metrô, em São Paulo. Para a PF, os manuscritos mostram que teria havido corrupção na construção


Para fazer frente à propaganda do PT, que apresenta a candidata Dilma Rousseff como a “mãe” do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento, a principal arma do PSDB e seu candidato, José Serra, são as grandes obras feitas pelo seu governo em São Paulo. Entre elas estão a Linha 4 do Metrô e o trecho sul do Rodoanel, o anel viário no entorno da capital paulista que liga as principais rodovias do Estado. A estratégia de Serra sofrerá o impacto de novas suspeitas de corrupção lançadas pela Polícia Federal no inquérito da Operação Castelo de Areia, que investigou a Construtora Camargo Corrêa.

As suspeitas da PF se baseiam em material apreendido na casa do diretor financeiro da empreiteira, Pietro Giavina Bianchi: um pen drive e uma pasta com documentos. Para a PF, as anotações encontradas lá reúnem indícios de pagamento de propina pela empreiteira em grandes obras públicas. A contabilidade se refere aos anos entre 2006 e 2008. ÉPOCA teve acesso ao relatório da inteligência da PF com a análise das anotações feitas por Pietro. Algumas delas sugerem ligações do diretor financeiro da Camargo Corrêa com altas autoridades de governos tucanos em São Paulo.

Um dos manuscritos, datado de 2006, com anotações referentes às obras do Metrô e do “anel viário”, relaciona valores ao lado das iniciais “AM” e Arnaldo Madeira. Seria uma alusão, segundo a interpretação da polícia, ao deputado federal Arnaldo Madeira (PSDB-SP), que foi chefe da Casa Civil do governo de São Paulo durante a gestão de Geraldo Alckmin. Os valores, segundo a conclusão da PF, foram contabilizados como “custos diversos” por Bianchi e representaria 5% da receita líquida da empresa no dia 21 de março. No total, esses “custos diversos” representariam R$ 326.500 e foram divididos em três partes: R$ 32.650 (0,5%) para “AM”; R$ 130.600 (2%) para “CAMP”, ao lado das anotações “Rosa + Arnaldo Madeira”; e R$ 163.250 para “Metrô (+ Ass)”, seguida do manuscrito “David”. Essa parte, segundo a PF, supostamente teria sido destinada a Luiz Carlos Frayze David, que foi presidente da Companhia do Metropolitano entre 2003 e 2007.

Em 2006, Arnaldo Madeira elegeu-se deputado federal e não registrou oficialmente nenhuma doação vinda da Camargo Corrêa ou de suas empresas para sua campanha eleitoral. Madeira negou ter recebido dinheiro ou doações de campanha da empreiteira. “Eu nem conheço o diretor financeiro da Camargo Corrêa, nem sei quem é. Não tenho nenhuma relação com os sócios da empreiteira, o que pode ser até falha minha. Pode ser até que eu conheça de algum evento social, mas não sou capaz de identificar um diretor da empreiteira.” Como chefe da Casa Civil do governo Alckmin, Madeira era o responsável por checar se as obras do Metrô e do Rodoanel estavam no prazo previsto. Madeira diz não ter ideia de como seu nome foi parar nas anotações do diretor da Camargo Corrêa e disse que não foi comunicado oficialmente sobre nenhuma investigação a esse respeito.

No relatório da inteligência da PF sobre o material apreendido na casa de Bianchi, o maior número de menções se refere supostamente ao ex-presidente do Metrô Luiz Carlos Frayze David. São quatro referências, que totalizariam R$ 778.220. Numa anotação datada de 31 de janeiro de 2006, ele foi identificado pelos policiais federais como o “DV+DIR+ASS” que teria recebido R$ 160 mil da Camargo Corrêa. Ele também estaria representado pelas siglas “DV” e “Diret”.

David saiu da presidência do Metrô em fevereiro de 2007, logo no começo do governo Serra, 40 dias após o acidente nas obras da Estação Pinheiros, que soterrou sete pessoas. O Ministério Público Estadual o corresponsabilizou pelo acidente. Ele é réu no processo que pede o ressarcimento de R$ 240 milhões aos cofres públicos como indenização pela cratera aberta em 2007. Atualmente, é assessor técnico da Secretaria dos Transportes. ÉPOCA o procurou para entrevistá-lo na última sexta-feira, mas sua secretária informou que, nesses dias, ele não costuma aparecer na Secretaria dos Transportes.

No documento dos policiais federais também há várias referências às obras do trecho sul do Rodoanel. Nele, o principal personagem é Paulo Vieira de Souza, ou simplesmente “Paulo Preto”. Souza foi diretor do Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), o órgão responsável pelo Rodoanel. Ele é amigo de Aloysio Nunes Ferreira, ex-secretário da Casa Civil do governo Serra e candidato a senador pelo PSDB. Segundo os policiais, Souza teria recebido quatro pagamentos mensais de R$ 416.500, desde dezembro de 2007. Neste ano, apenas oito dias depois de ter participado da inauguração do Rodoanel, Souza foi exonerado do cargo sem explicações oficiais.

Souza estava na Dersa desde 2005. Mas era funcionário de carreira do governo paulista havia 20 anos e diz desconhecer os motivos de sua demissão. “O Rodoanel é a única obra do PAC que não teve superfaturamentos e foi entregue no prazo. Nem todo mundo deve ter gostado”, diz ele, sugerindo que sua atuação teria desagradado a partes envolvidas na construção do anel viário. O governo federal, por meio do PAC, investiu cerca de R$ 1,7 bilhão na obra. Segundo o próprio Souza, ele e Nunes Ferreira são amigos há decadas. “Nunca fui comunicado oficialmente. Também não conheço nenhum diretor da Camargo Corrêa citado no caso”, disse.

Nunes Ferreira também reconhece a amizade antiga, mas nega ter recebido doações ilegais da empreiteira. Segundo ele, o Rodoanel foi aprovado pelos órgãos competentes de fiscalização e continuará como uma das vitrines de Serra na campanha. “O Rodoanel teve apenas um aditivo de 5% de seu valor total, um recorde para os padrões do Brasil”, diz.

Em janeiro, o ministro Cesar Asfor Rocha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu paralisar por meio de uma liminar todos os processos da Castelo de Areia até que seja julgado o pedido da defesa da Camargo Corrêa que reclama de irregularidades na investigação. É importante lembrar que as acusações da PF são feitas com bases em indícios e precisam ser comprovadas. Também é relevante o fato de elas terem vindo à tona agora, em período eleitoral, e que se dirijam contra os principais projetos de um dos candidatos. O PT também já foi implicado na investigação. O nome do partido aparece ao lado de remessas de dinheiro para contas no exterior. Na certa, ainda haverá munição para os dois lados se atacarem nesta campanha presidencial.
Antonio Araújo
CITADO

O nome do deputado Arnaldo Madeira (acima) aparece em papel apreendido na casa do ex-diretor da Camargo Corrêa

Clique aqui para ir à matéria

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mai 10 2010

Serra, o do Brasil pobre, mais

Categoria: José Serra,Mídia,PolíticaSenhor_do_Servo @ 09:48

De Leonel Brizola Neto, do Tijolaço

De um estudo do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas: o gasto social per capita do Governo federal era de  R$ 438,53. Nos primeiros anos do Governo Lula, quando ele ainda ia seguindo a cartilha do “paz e amor”, chegou a cair para R$ 402,31. A partir de 2005, quando Lula muda o Governo , o gasto social sobe fortemente, chegando em 2006 a R$ 992,33. Segundo matéria publicada ano passado pelo Estado de S. Paulo, entre 2004 e 2008, a despesa social cresceu a uma média anual de 18%. Ou seja, dobrou, em quatro anos.

No final de 2009, a revista Newsweek publicou  o artigo “A terra de menos contraste – como o Brasil enfrentou a desigualdade”, onde diz que entre 2003 e 2008, “os 10% mais ricos ficaram 11% mais ricos, enquanto os 10% mais pobres aumentaram a renda em  72%”.  O resultado, dia a revista, é que desde 2003 a desigualdade tinha caído 5,5% até quase  dois anos atrás. E mais, se considerarmos que 2009 e este ano foram marcados por expressivos aumentos do salário mínimo e do consumo.

Agora vamos ver a turma que diz que “pode mais”.

Da Folha de S. Paulo, hoje:
“Depois de terem merecido uma duplicação de verbas no ano eleitoral de 2006, os principais programas sociais de transferência de renda mantidos pelo governo paulista encolheram ao longo da administração do tucano José Serra.
Espécie de Bolsa Família local, o Renda Cidadã gastará menos com o pagamento de benefícios em 2010 do que há quatro anos, apesar de nova ampliação promovida em março -dias antes de Serra deixar o Palácio dos Bandeirantes com o objetivo de concorrer ao Planalto.
O orçamento atual do Ação Jovem, voltado para estudantes pobres de 15 a 24 anos, também é inferior ao do final do mandato de Geraldo Alckmin, que, como seu sucessor faz agora, tentava na época seu voo presidencial pelo PSDB.

Juntos, os dois programas respondem hoje por cerca de 80% das despesas estaduais com transferências diretas de renda, classificadas na contabilidade oficial como “auxílios a pessoas físicas”, que caíram, de 2006 para 2009, de R$ 279,5 milhões para R$ 198,9 milhões. Considerada a inflação, a queda chega a 38%.”

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mai 09 2010

O anti-Lula de Serra: sua verdadeira política econômica

Categoria: Fascismo,José Serra,Mídia,PolíticaSenhor_do_Servo @ 19:22

Serra mostra a sua cara

Do Blog do Emir Sader

Serra ficou furioso. Sua equipe econômica deu entrevista à agência Reuters e abriu o jogo, revelando o plano econômico real que, caso ganhasse o tucano, colocaria em prática, confirmando os principais neoliberais de Serra – os mesmos que orientaram seu governo em São Paulo. Serra esbravejou, esperneou, distribuiu broncas, ordenou que ninguém repercutisse nos partidos da imprensa. Mas já era tarde.

A primeira medida econômica de Serra seria um duro ajuste fiscal – como é típico dos governos neoliberais. Segundo revelado por dois membros da equipe econômica tucana, se promoveria a renegociação de contratos e o corte de despesas públicas – conforme o modelo do FMI. Esse seria o começo do “choque de gestão”, típico das gestões tucanas.
“Ele vai entrar com medidas fiscais e até renegociação de alguns contratos”, disse a fonte tucana.”As despesas da máquina pública estão sob um controle muito frouxo…”

Critica-se o aumento das despesas públicas, uma suposta queda na arrecadação e as desonerações feitas para resistir aos efeitos da crise mundial. Anuncia que estão vigilantes sobre a cotação do real frente ao dólar. O papel dos bancos públicos seria “relativizado”, de forma coerente com a privatização do Banespa, vendido ao banco espanhol Santander, assim como a colocação à venda da Nossa Caixa que, felizmente, foi resgatada pelo Banco do Brasil. Assim, São Paulo, o estado mais rico do país, não tem mais nenhum banco público, o candidato tucano preferiu liquidar o patrimônio para fazer estradas, que aparecem muito mais do que financiamentos subsidiados para casa própria, por exemplo, como faz o governo federal. “Relativizado” significa baixo perfil, Estado mínimo, conforme o receituário neoliberal, para que os bancos privados possam ser absolutizados, possam ocupar mais espaço ainda.

Diz o tucano, na entrevista a Reuters, que o fortalecimento dos bancos públicos contribuiria para “aumentar a pressão inflacionária, ao aquecer em demasia a atividade” (sic), preocupação prioritária dos neoliberais, que não aprendem com o governo Lula que se pode – e se deve – aumentar os salários e diminuir as taxas de juros que, em um marco de crescimento com distribuição de renda, não apresentam riscos inflacionários. “Não acho que os bancos públicos precisam ter uma política tão protagonista (sic) neste pós-crise”, afirma a fonte, de forma coerente.

“Uma atuação menos arrojada, inclusive, poderia ser um dos caminhos para evitar a alta das taxas de juros a fim de controlar a inflação e as expectativas de preços”, comenta Reuters, a partir da conversa com membros da equipe econômica tucana.

A equipe serrista considera exagerados os estímulos fiscais dados pelo governo Lula durante a crise. “Não precisava dar para toda a linha branca e depois para móveis…” Parece que seguem acreditando que o próprio mercado tem mecanismos próprios de reativação econômica.

Apostam pouco na concretização de reformas como a tributária, em que o interesse seria apenas o de desonerar investimentos e folha de pagamento, sem nada que apontasse para uma estrutura tributária em que “quem ganha mais, paga mais”, como seria socialmente justo.

Então, a surpresa que Serra esconde é similar à de Carlos Menem e à de Carlos Andrés Perez: um grande pacote de ajuste, escondido sob o disfarce de um “choque de gestão”, tão a gosto do neoliberalismo tucano.

Postado por Emir Sader às 09:52

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abr 13 2010

Os animais estão soltos

Categoria: Fascismo,José Serra,PolíticaSenhor_do_Servo @ 13:28

Sergio Telles: Guerra suja na internet derruba site do PT

Ontem à noite, quem foi ao Google buscar a página oficial do Partido dos Trabalhadores encontrou a seguinte mensagem:

Veja você mesmo, neste link.

Mesmo que você digitar o endereço, não tem acesso ao site. Ou seja, foi derrubado.

Segundo o Sergio Telles, é mais uma ação da guerra suja movida por partidários de José Serra na rede:

Ele escreveu que  “algum ou um grupo de hackers tucanos desocupados, resolveram atacar em massa sites relacionados ao PT, inclusive retirando do ar o Portal do PT até esse momento. Por conta desse ataque, todos os atacados estão com um alerta de malware. Só que excetuando o Portal do PT, os demais sites estão completamente normais. Esse é um caso sério de cerceamento da liberdade de expressão, do acesso à informação (o link fica no Google taxado como “sujo” e claro ninguém mais o acessa a partir de então). Joguinho de MUITA maldade dos tucanos. Infame, mostra a coisa ruim que são para o Brasil e para a democracia”.

Vá ao blog do Sergio Telles, que aparecia assim no Google:


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abr 04 2010

Diretores da Alston presos

Categoria: José Serra,PolíticaSenhor_do_Servo @ 13:57

Tucanos preocupados com a roubalheira
Tucanos preocupados com a roubalheira

Parece que, na despedida de seu governo, José Chirico Serra (PSDB/SP) fez um duro discurso contra a roubalheira. Interessante. Pensando nisso resolvi compilar alguns artigos que pretendem a ajudar o ex-governador dos paulistas a se lembrar das suas práticas envolvendo a tal roubalheira, só para ver se são diferentes do seu discurso.

D’O Escrevinhador:

Recebo de um atento leitor o texto que reproduzo abaixo, publicado no “Monitor Mercantil”.
A nota informa que três diretores do grupo Alstom foram presos na Inglaterra – por pagamento de propina e corrupção. Entre as obras que a empresa teria ganho com pagamento de propina estariam as realizadas em São Paulo.
Hum…
A Alstom, como se sabe, teve papel de destaque nas obras de expansão do Metrô, durante as gestões tucanas.
Hum…
O pedido de uma CPI sobre a Alstom dorme na gaveta da Assembléia Legislativa de São Paulo. Os tucanos adoram dar paulada em agricultores pobres, fazem CPI do MST em Brasilia.
Mas e a CPI da Alstom?
Recentemente, um deputado do PT chegou a chamar um destacado militante tucano de ”Andrea Alstom Matarazzo”. Sobre isso, escrevi AQUI.
O apelido talvez explique porque os tucanos estão tão preocupados com as prisões na Inglaterra.
Talvez, lá, as investigações não sejam para inglês ver.

Leiam aqui matéria da “Folha”, de 2008,  sobre o caso: ”Caixa 2 de FHC citava empresas da Alstom” AQUI
P.S.: Em outra investigação importante, feita pela Policia Federal do Brasil, o nome de destacado líder tucano aparece associado ao de um jornalista (?) que gosta de usar chapéu. Os dois, pelo que indica planilha apreendida pela PF, teriam 50 mil razões para tratar muito bem uma construtora que está sob investigação. Talvez, tenhamos em breve mais detalhes sobre esse caso. O relatório final da PF chegou às mãos de bons repórteres em São Paulo. Receberam dos jornais ordem de não publicar nada sobre o caso – que chegaria muito perto de determinado candidato a presidente da República.
===
Monitor Mercantil Digital – 24/03/2010
Diretores da Alstom presos por corrupção
O Departamento de Investigações de Fraudes Financeiras da Grã-Bretanha prendeu nesta quarta-feira, 24/3,  em Londres, três diretores que integram o Conselho de Administração do grupo francês Alstom sob a acusação de pagamento de propina e corrupção.
Em nota, o departamento do governo britânico afirmou que suspeita que as propinas foram pagas pela empresa para vencer contratos internacionais, nos quais estão incluídos os firmados com o Metrô-SP nas gestões tucanas (Covas, Alckmin e Serra) e que há lavagem de dinheiro e outros crimes associados ao caso.
Original AQUI.
……………………………………………………………………………………………………….

Mais uma do Rodrigo Viana sobre o mesmo caso, caso o José Serra esteja realmente preocupado com a roubalheira.:

Quem é de São Paulo talvez tenha notado uma mudança sutil no noticiário, nos últimos meses: o Kassab (prefeito, do DEM, aliado de Serra) tem apanhado na imprensa como nunca!

Primeiro, foi o lixo: greve dos garis, falhas na varrição, falhas na coleta.

Depois, as enchentes fora de época.

Tudo isso foi pros jornais. Coisa rara.

Pequenos escândalos, que antes não chegavam aos jornais, começaram a pipocar: os vereadores bancados pela Associação Imobiliária. Todos da bancada pró-Kassab…

Agora, chegamos ao IPTU. Kassab propõe um aumento gigantesco. Claro, não apanha como a Marta. Mas apanha na imprensa. Como nunca.

Conversei com gente que conhece a política demo-tucana, e a avaliação é clara: Kassab começou a apanhar depois que demitiu Andrea Matarazzo. Quem? Andrea Matarazzo! É esse aí na foto ao lado…

Ele era o homem de Serra na Prefeitura. Quando Serra abandonou a cidade, para se candidatar ao governo, em 2006, exigiu que Matarazzo ficasse na Prefeitura como uma espécie de “gerentão”. Era a ponte entre Kassab e Serra.

Mais que isso: dizem que Matarazzo é também um “operador” nas campanhas de Serra, principalmente na área financeira.

Por que Kassab afastou Matarazzo? Foi um sinal enviado a Serra? Kassab teria ensaiado vôo próprio? Se Serra sair à Presidência, Kassab pode virar candidato a governador?

Serra e Kassab teriam se desentendido? parece que não…

Matarazzo foi chamado para novas tarefas , bem perto de Serra? Pode ser que sim.

O nome dele aparece também associado a um dos escâdalos que os tucanos jogaram pra debaixo do tapete: o caso Alstom. Vejam a reportagem, no site da Abril  – AQUI.

Semana passada, um deputado do PT na Assembléia Legislativa, Antonio Mentor, lançou a pergunta: por onde anda “Andrea Alstom Matarazzo”?

Semanas atrás, Mentor já havia ocupado a tribuna pra falar de outro operador de Serra – Marcio Fortes. Carioca, Fortes ocupa a direção da EMPLASA (empresa de planejamento paulista). Sobre isso, escrevi aqui – AQUI.

Abaixo, trecho do pronunciamento de Mentor sobre ”Andrea Alstom Matarazzo”

“A estratégia é: escândalo novo eu deixo ficar antigo, deixo ficar velho; escândalo velho eu esqueço. É assim. Vejam o episódio da Eletropaulo, de 1998. Foi aquela maracutáia na privatização; a CPI da Eletropaulo só foi instalada em 2006, oito anos depois, quando as provas, as declarações, os testemunhos já tinham sido apagados pelo tempo. CPI da CDHU, solicitada em 2000, só foi instalada em 2009, depois que Goro Hama já tinha ido para o palácio, ficou lá escondido, daí descobriram que ele estava no palácio, aí mandaram-no não sei para onde, se para a Sibéria, mas está desaparecido. Da mesma maneira o escândalo atual, que não foi nem descoberto por nós, paulistas, brasileiros, nem por nenhum deputado, tampouco por deputada da oposição. É o episódio que envolve alguns bilhões de reais da Alston. Isso também eles vão esperar ficar velho, para todo mundo esquecer.

O Sr. Andrea Matarazzo, que tem ligações íntimas – dizem até que o nome dele passará a ser Andrea Alston Matarazzo, onde anda? Na prefeitura não está mais. Será que está no Palácio dos Bandeirantes, no gabinete do prefeito, guardado, ou será que está fazendo alguma outra coisa? Ele é uma das figuras mais íntimas desse episódio escandaloso de milhões e milhões de dólares, que chegou ao Brasil por uma denúncia do Ministério Público da Suíça. Não fomos nós. Passou pela França, pelo Canadá, pelo México, toda a América Latina envolvida e o Brasil também por meio de empresas importantes como a CPTM, a companhia do Metropolitano, todos coordenados pelas administrações do PSDB. E aqui ninguém pode falar nada. No Ministério Público isso está sendo tratado a sete chaves. Não sei por quê.

A imprensa paulista, paulistana, a grande imprensa brasileira  não move uma palha para divulgar, para informar o povo paulista a respeito dos episódios gigantescos, mirabolantes que envolvem a Alston. E onde estão essas informações? Por questão o povo paulista não tem acesso a elas? Por que aqui na Assembleia não se pode agora, imediatamente, instalar uma CPI equilibrada que cumpra a sua tarefa de informar a população brasileira, de investigar, de fiscalizar e de denunciar aqueles que promoveram essa grande maracutáia no Estado de São Paulo? Alston! Uma grande empresa internacional, que promoveu no Estado de São Paulo as maiores barbaridades. E todos estão calados”.

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